Origem: Zaire, África Central
Porte: P
Função: Companhia, guarda e caça de pequenos animais. Porém, por não latir muito, esta raça não é considerado um bom cão de guarda.
Personalidade: Inteligente e ativo, ele é brincalhão e afetuoso. É um cão alerta, dócil com os humanos mas desconfiado com estranhos. Muito silencioso, é chamado de “o cão que não late”. Basenjis são extremamente limpos e cuidam de sua aparência com tanto esmero quanto um gato. Não é raro vê-los lambendo as patas e depois passando no rosto. Eles se dedicam por horas ao seu próprio tratamento de beleza.
História: O cão Basenji foi desenvolvido na África para a caçar. “Basenji” é uma palavra africana que designa “coisa do mato” e também é conhecido como Terrier do Congo. Os exploradores europeus descobriram a raça em meados do século XIX, no Congo e no sul do Sudão, e os primeiros Basenji chegaram à Grã-Bretanha em 1895.
Saúde: O Basenji é um cão propenso a perda gradativa da visão, que acontece a partir dos primeiros seis meses de idade e para a qual não existe tratamento. A Atrofia progressiva da retina, assim chamada, pode levar à cegueira. Síndrome de Fanconi é outra patologia que compromete o funcionamento dos rins do cão. Uma doença muito comum entre eles é chamada enteropatia do Basenji que acomete o trato gastro-intestinal.
Atividades: Esses cães são cheios de energia e adoram caminhar e correr, mas nunca deveriam ser deixados livres, sem guia, se o local não for totalmente cercado e seguro.
Pelagem: Muito curto, lustroso e muito fino. A pele é muito maleável.
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
Basenji
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Rodrigo
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Marcadores: Raças
American Staffordshire T.
Origem: Estados Unidos
Porte: M
Função: É um excelente cão de guarda e muito utilizado como cão de companhia.
Personalidade: São dóceis, inteligentes, excelentes guardiões e protegem devotadamente seu dono, conseguindo distinguir se a pessoa que se aproxima tem boas ou más intenções. Como bom Terrier, pode apresentar reações agressivas quando em contato com outros cães, mas com um pouco de treino, ele pode conviver pacificamente com eles.
História: Como o próprio nome diz, o American Staffordshire Terrier teve seu desenvolvimento nos USA mas para se chegar à origem é necessário falar de duas outras raças, o Bulldog e o Terrier Inglês. O Bulldog, até o começo do século XIX era criado com o intuito de pegar bois, tendo índole e biótipo completamente diferentes dos de hoje, que são muito prostrados. Os de antes tinham os membros bem mais retos, principalmente os dianteiros e eram ágeis, tanto que os Bulldogs de antes são mais parecidos com o Staffordshire do que com os atuais Bulldogs. Os Terriers usados foram o Terrier Inglês Branco e o Terrier Preto e Dourado. Alguns ainda apostam na presença do Fox Terrier. De qualquer maneira a intenção era aliar a coragem e tenacidade do Bulldog da época com o espírito e a agilidade dos terriers. Esses cães eram chamados originalmente de “Bull-and-Terrier”, “Meio-a-Meio” e também às vezes de “Pit Dog” ou “Pit Bull Terrier”. Esses cães vieram para a América aproximadamente em 1870 e passaram a ser chamados de American Bull Terrier e mais tarde ainda, por Yankee Terrier. Em 1936, eles foram registrados no (AKC-American Kennel Clube) e em 1972 o nome foi revisado passando a ser American Staffordshire Terrier. Os americanos desenvolveram um tipo mais pesado do que os Staffordshire Bull Terriers Ingleses. Acredita-se que a diferença entre o Bull Terrier e o American Staffordshire Terrier tenha sido causada porque o Bull Terrier foi trazido para o E.U.A por James Hinks of Birminghan, e ele experimentou a cruza do Bull Terrier com os antigos Bull-and-Terrier (hoje conhecidos como Staffordshire) e teria ainda usado o English Terrier Branco e talvez até uma pitadinha de Pointer e Dálmata.
Saúde: O American Staffordshire Terrier pode apresentar displasia coxo-femural, que é uma alteração física de caráter hereditário na articulação entre o fêmur e a bacia do cão, causando problemas de locomoção, dor e incômodo ao animal. Deve-se tomar cuidado para não confundir a displasia coxo-femural com a miolopatia degenerativa, também caracterizada por dificuldades de locomoção.
Atividades: Sendo um cão ágil, forte e atlético, ele necessita gastar toda sua energia com caminhadas e brincadeiras com seu dono, a fim de manter sua saúde fisica e mental equilibrada.
Pelagem: Sua pelagem é curta, cerrada, dura ao toque e brilhante, sendo que qualquer cor sólida, particolor ou malhada é permitida. É indesejável o preto e castanho, fígado, branco puro ou com mais de 80% de branco.
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Marcadores: Raças
American Pit Bull Terrier
Origem: Estados Unidos
Porte: M
Função: Foi utilizado inicialmente nos Estados Unidos por fazendeiros para caça, lida com gado, e também como cão de companhia/proteção da família.
Personalidade: A resistência, coragem indomável e gentileza com os que ama, são características principais do Pitt bull Terrier. No entanto seu temperamento torna extremamente difícil a convivência com outros cães.
História: No decorrer do século 19, criadores na Inglaterra, Irlanda e Escócia começaram experimentos com cruzamentos entre Bulldogues e Terriers na procura de um cão que combinasse a esportividade do Terrier com a resistência e atleticidade do Buldogue. Desses cruzamentos surgiram inúmeras denominações como Pit Terrier, Pit Bulldogs, Meio a Meio (significando metade Buldog, metade Terrier), Yankee Terrier, Pit Bull Terrier, American Staffordshire Bull Terrier. Os Staffordshire Bull Terriers foram levados para os Estados Unidos e lá passaram por processos seletivos e cruzamentos para aumentar o tamanho. Esses descendentes de porte diferenciado são os hoje, chamados American Staffordshire Terrier. Na verdade o American Staffordshire Terrier e o American Pit Bull Terrier são o mesmo cão. As restrições quanto ao comportamento e a rigidez do padrão, exigidos no American Staffordshire Terrier, é o que basicamente difere as duas raças. O American Staffordshire Terrier (vide padrão) é o resultado obtido por criadores mais interessados em aperfeiçoar a estrutura física e obter maior controle de comportamento. Os emigrantes levaram estas cruzas de Bulls e Terriers para os Estados Unidos. Os talentos diversos não passaram despercebidos pelos fazendeiros e rancheiros que passaram a usar esses cães para proteção ou como cães recuperavam o gado semi selvagem, porcos, ajudantes nas caçadas, pastores e como cães de companhia de suas famílias. Atualmente o Americam Pit Bull continua demonstrando sua versatilidade, participando com sucesso em campeonatos de Obediência, Faro, Agility, Proteção e Tração além da conformação.
Saúde: A raça está propensa às seguintes doenças: Displasia coxo-femural - A displasia coxo-femural é uma condição clínica comum, que consiste em uma alteração física na articulação entre o fêmur e a bacia do cão, causando, além de problemas de locomoção, dor e incômodo aos animais. Atrofia progressiva da retina - Esta condição pode levar à cegueira total. Dermatites - Sensibilidade a certas substâncias podem causar alergias e reações na pele.
Atividades: Natação e caminhada de pelo menos 3 km (na rua ou em esteira) são os exercícios mais indicados, uma hora de caminhada em dias intercalados, resulta em uma musculatura densa e definida.
Pelagem: Pelagem lustrosa. Curta e dura ao toque.
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Marcadores: Raças
American Akita
Origem: Japão
Porte: G
Função: Cão de companhia e guarda pessoal.
Personalidade: O Grande Cão Japonês é um de temperamento amigável, alerta, responsivo, digno, dócil e corajoso. Sabe muito bem diferenciar o dono e os amigos dele dos estranhos, mas no ambiente familiar é amistoso, dócil e receptivo
História: No início, a história do Grande cão Japonês (anteriormente Akita Americano) é idêntica ao desenvolvimento do Akita Japonês. Desde 1630, na região de Akita, Akita Matagis (cães caçadores de ursos) eram usados em lutas de cães. A partir de 1868, a raça foi cruzada com Tosas, Pointers Alemães, São Bernardos ou Dogues Alemães. Em 1908, as lutas entre cães foram proibidas, mas a raça foi preservada e, em 1931, designada como Monumento Natural. Divisão da Raça: Agora, a raça está dividida: AKITA INU (tipo japonês) e GRANDE CÃO JAPONÊS (tipo americano), ambos com padrões separados. O AKITA INU continua a ser julgado no GRUPO 5 (cães primitivos e spitz) e o AKITA AMERICANO passa a ser julgado no GRUPO 2 (schnauzers, mollossos, boiadeiros suícos, trabalho, pinchers, e raças similares), mas com um detalhe: não precisam passar por prova de trabalho. Tanto os americanos quanto os britânicos e países afiliados à eles, não dividiram a raça e portando continuam sendo os dois tipos chamados de AKITAS (EUA, CANADÁ e outros afiliados ao AKC) e JAPANESE AKITAS (GRÃ BRETANHA e países afiliados ao Kennel Club inglês), AKITA INU (países afiliados a FCI, no caso Brasil). Durante a 2ª Guerra Mundial (1939-1645), era comum usar cães como fonte de pelo para as roupas militares. A polícia ordenou a captura e o confisco dce todos os cães, exceto o Pastores Alemães, usados para razões militares. Alguns criadores tentaram burlar a lei, cruzando seus cães com Pastores Alemães. Quando a 2ª Guerra terminou, os Akitas tinham sido drasticamente reduzidos em número e existiam 3 tipo distintos: 1) Matagi Akitas; 2) Akitas de luta e 3) Akitas “pastores” (cruzados). Isto criou uma situação muito confusa para a raça. Durante o processo de restauração da raça pura após a guerra, Kongo-Go da linha Dewa, alcançou uma popularidade tremenda, mas temporária. Muitos Akitas da linha Dewa, os quais exibiam características da influência de Mastiff e Pastores Alemães, foram levados aos Estados Unidos pelos membros das forças militares. Os Akitas da linhagem Dewa, inteligentes e capazes de se adaptarem a diferentes ambientes, fascinaram os criadores no Estados Unidos e a linha foi desenvolvida, aumentando o número de criadores e crescendo em popularidade.
Saúde: A principal doença hereditária comum nessa raça é a displasia coxo-femural. Caracteriza-se pela alteração física na articulação entre o fêmur e a bacia do cão, que causa problemas de locomoção, dor e incômodo ao animal. Deve-se tomar cuidado para não confundir a displasia coxo-femural com a miolopatia degenerativa, também caracterizada por dificuldades de locomoção.
Atividades: Exercícios como pular, correr e nadar são igualmente bons para o cão. Requer uma área espaçosa para se exercitar.
Pelagem: Pelagem dupla. Subpelo grosso, macio, denso e mais curto do que o pelo, que é reto, áspero, grosso e relativamente assentado pelo corpo. A pelagem é mais curta na cabeça, porção inferior dos membros e orelhas. O comprimento do pelo na cernelha e culotes é ligeiramente mais longo que o restante do corpo, exceto a cauda, onde há uma pelagem mais longa e profusa. A cor é qualquer uma, como o vermelho, castanho, branco, etc. Malhado ou tigrado, com marcações bem balanceadas, podendo ter ou não a máscara preta. Os cães totalmente brancos não possuem máscara.
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Marcadores: Raças
Akita-Inu
Origem: Japão
Porte: G
Função: Além de caça e luta entre cães e cão de guarda, o Akita também já foi usado como cão policial, como cão de terapia para doentes e no trabalho de puxar trenós. Hoje em dia eles são mais conhecidos pela sua capacidade de tornar-se uma excelente companhia e cão de família.
Personalidade Leal, devotado, protetor, vigilante e responsável. Pode ser agressivo diante outros cães. Muito reservado no comportamento e com instinto de proteção, ele está sempre pronto para defender seus entes queridos contra pessoas ou animais ameaçadores. Deve ser socializado e treinado desde pequeno.
História: É uma raça bastante antiga, sendo seu nome originário da região de Akita, Japão, onde eram utilizados na caça pesada. Devido a seu temperamento, extrema coragem e compleição física forte e robusta foram muito utilizados em rinhas e como cães de combate, particularmente durante o período Tokugawa (1603 a 1925). Os Akitas eram cães de porte pequeno para médio e para aumentar o tamanho houve a influência de outras raças. Uma julgava-se ser um Mastife e outra de nome “Tosa” que seria um cruzamento do Shikoku, Mastife, Braco Alemão de Pêlo Curto, São Bernardo e Dogue Alemão. Com isso os animais realmente ganharam porte mas perderam muito de suas características originais. A partir de 1919 a raça passou a ser desenvolvida com o apoio de cinófilos e em 1931, nove cães ganharam muita notoriedade. No final da 2ª Guerra Mundial, grandes esforços foram feitos para eliminar o sangue de Mastifes e de outras raças estranhas dos poucos exemplares remanescentes. Dessa forma, conseguiu-se chegar ao Akita puro, de grande porte conhecido hoje em dia.
Saúde: O Akita pode sofrer de atrofia progressiva da retina que é a perda gradativa da visão, que acontece a partir dos primeiros seis meses de idade e para a qual não existe tratamento. Caraterizada pela degeneração progressiva da retina, pode levar à cegueira. Outra doença, de caráter hereditário, é displasia coxo-femural. Caracteriza-se pela alteração física na articulação entre o fêmur e a bacia do cão, que causa problemas de locomoção, dor e incômodo ao animal. Deve-se tomar cuidado para não confundir a displasia coxo-femural com a miolopatia degenerativa, também caracterizada por dificuldades de locomoção. E a torção gástrica, que caracteriza-se pela torção do estômago, causando compressão da circulação na região abdominal. Pode levar à morte, se o cão não for operado o mais rápido possível.
Atividades: Exercícios como pular, correr e nadar são igualmente bons para o cão.
Pelagem: A pelagem é dupla, com pêlo duro e reto e subpêlo macio e denso. A troca de pêlo é freqüente. A cor é ruivo, sésamo (gergelim), tigrado e branco. Com exceção do branco, todas essas cores deverão ter “Urajiro” (pelagem esbranquiçada nas laterais do focinho, bochechas, sob o queixo, pescoço, peito, toda a linha inferior e face medial dos membros).
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Marcadores: Raças
Airedale Terrier
Origem: Grã Bretanha
Porte: M
Função: Ele já foi e ainda é utilizado para caça à lontras. Também é usado pelas polícias alemã e inglesa. Ótimo cão de caça e companhia.
Personalidade: Os Airedales são companheiros, divertidos, corajosos e muito inteligentes. Têm uma ótima reputação com crianças, mas sempre devem ser observados enquanto brincam.
História: A raça foi desenvolvida no século passado na região do rio Aire, Yorkshire, Inglaterra para caça de ratos e outros pequenos animais como as nútrias (roedor típico da região) nos campos, tocas e pântanos. O tipo foi criado a partir do cruzamento de Working Terrier (um cão comum na região) com o Otterhound, raça de excelentes nadadores e caçadores de roedores. O nome Airedale Terrier ganhou reconhecimento em 1878. O Airedale foi uma das primeiras raças usadas por policiais na Alemanha e Grã Bretanha.
Saúde: Pode sofrer de displasia coxo-femural caracterizada pela alteração física de caráter hereditário na articulação entre o fêmur e a bacia do cão, causando problemas de locomoção, dor e incômodo ao animal. Deve-se tomar cuidado para não confundir a displasia coxo-femural com a miolopatia degenerativa, também caracterizada por dificuldades de locomoção. A torção gástrica também é comum. Caracteriza-se pela torção do estômago, causando compressão da circulação na região abdominal. Pode levar à morte, se o cão não for operado o mais rápido possível.
Atividades: É bastante ativo e com energia de sobra para qualquer atividade física. Para conservar-se bem não apenas do ponto de vista físico, mas principalmente psicológico, precisa de exercícios constantes. Pode, eventualmente, morar em casas pequenas e até mesmo em apartamentos desde que obedeça a um infalível programa de exercícios.
Pelagem: Possui pelagem dupla, dura, densa e resistentes. Sua pelagem curta cobre bem o corpo e pernas. Deve ser tosado duas vezes por ano, sendo a altura da tosa coincidente com a época da mudança do pêlo.
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Marcadores: Raças
Afghan Hound
Porte: G
Função: Corajoso, pode ser bom guardião e um ótimo cão de companhia.
Personalidade: É um cão honroso e elegante. Temperamento não muito amigável, é um cão gentil com crianças. Convive bem dentro de casa ou com outros cães. Além disso, podem se tornar distantes e particulamente orgulhosos com estranhos.
História: A origem do Afghan Hound, considerada uma das mais belas e exóticas entre todas as raças, é muito antiga e perde-se no tempo. Historiadores baseiam-se em um manuscrito chinês para provar que o Afghan, conhecido como Tazi em seu país de origem, seria o descendente direto dos primeiros canídeos que habitavam as estepes asiáticas 100 mil anos antes da era cristã. O Afghan Hound foi descoberto na parte oeste no Afeganistão e região durante o século IXX. A raça atual foi desenvolvida nas áreas montanhosas do país. A raça apareceu pela primeira vez nos Estados Unidos em 1926.
Saúde: O Afghanhound, ao atingir uma certa idade pode sofre de catarata. Essa doença é caracterizada pela alteração do cristalino do globo ocular, que se torna opaco, diminuindo a capacidade visual do animal.
Atividades: É um animal atlético que precisa de exercícios. Pode até viver em pequenos espaços, mas que precisa fazer exercícios regulares para se manter saudável e em forma, uma vez que sua estrutura física foi moldada para esta finalidade.
Pelagem: Sua pelagem espetacular é longa e sedosa, com textura fina e cobre todo o corpo e membros, exceto o dorso e a cauda. Um topete do mesmo tipo sai do alto da cabeça e se junta aos longos e abundantes pêlos das orelhas. Todas as cores são permitidas, desde as sólidas até em combinações de duas ou três, mas a presença de marcas brancas, especialmente na cabeça não é desejável.
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Marcadores: Raças
