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segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Móveis de quarto para cachorro são novidade em SP

Cama, colchão, cômoda, lençol, almofadas e até cortina fazem parte de kit. Móveis são fabricado em SP e vendidos para todo o Brasil.

Donos de pets que curtem comprar roupinhas e brinquedinhos para os seus bichos de estimação sabem que nem sempre é fácil achar um lugar apropriado para guardar tanto treco. Foi em um momento de necessidade, para tirar os pertences de seus três cachorros da vista dos convidados, que a empresária Patrícia Pires se deu conta de que tinha encontrado um filão: o comércio de mobília pra cachorro.

Confira a galeria de fotos


“Eu procurei em vários lugares, até pela internet, mas não encontrei nada que fosse fabricado no Brasil”, relembra Patrícia, que resolveu desenhar a mobília para os mascotes e começou a vender há menos de um mês.

A mobília completa criada pela empresária tem cama, colchão, cômoda, base para comedouro e kit com lençol e três almofadas, além de uma cortina combinando. “O jogo de cama é todo de algodão 150 fios”, afirma.

Apesar de ser para cachorro, o preço dos móveis chega perto do que é cobrado em mobília de gente. A caminha, por exemplo, sai a partir de R$ 230, e a cômoda, R$ 400. O quarto completo, diz a empresária, sai por pouco mais de R$ 1.000.

“As pessoas que têm cachorro que convive dentro de casa gostam de ter um canto preparado para o pet. No meu caso, eu tenho um ‘quartinho’ para os meus cães dentro do meu próprio quarto. Fica tudo no canto e acaba sendo discreto”, diz.

Segundo Patrícia, a mobília pode ser feita sob medida, de acordo com o porte do animal, e há quatro opções de cores: salmão, chocolate, creme e caramelo. Apesar ter um show room na Barra Funda, região central de São Paulo, a empresária só trabalha com vendas pela internet. Até sexta-feira (31), Patrícia já tinha conquistado três clientes: um do interior de São Paulo, um de Brasília e outro do Rio de Janeiro.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Caixões para cães e gatos variam de R$ 300 a R$ 800

Modelo em forma de osso representa 60% das vendas, segundo empresa. Ex-BB Jaque Khury conta o drama da perda de sua cadelinha Judith.

“Estou inconsolável. É como se eu tivesse perdido um parente. Era como se ela fosse uma pessoa da família”, afirma a ex-BB Jaque Khury, que perdeu sua cachorrinha Judith nesta semana.

O drama da morte de um animal de estimação é comum em muitos lares brasileiros. Cães e gatos não são tratados apenas como um bichinho de estimação, mas são considerados membros da família. Quando o animal morre, muitos donos se sentem frustrados por não se despedir como gostariam.

Em Itumbiara (GO), a empresa Urnas Pet desenvolveu mais de dez modelos de caixõezinhos especiais para pets. “Muitas vezes, o corpo do cachorro ou do gato é deixado no veterinário ou é enterrado no quintal no fundo de casa. Ao criar as urnas, nosso intuito maior foi dar uma alternativa para os donos”, afirma Claudino Niell, sócio da Urnas Pet.

"Queria ter visto o corpo da Judith, mas meus pais acharam que eu ia ficar impressionada", afirma Jaque. Sua cadelinha, de 4 anos, morreu atropelada na segunda-feira (29). "O corpo dela ficou esmagado, meu pai recolheu e colocou numa caixinha", diz.

A ex-BB contou que ainda não se conformou com a perda. "Chorei muito durante toda terça-feira. Estou sem comer e perdi dois quilos em dois dias", diz. Jaque afirma que se preocupou com a despedida de seu pet. "Não quisemos enterrar em um lugar qualquer. Meu pai e meu irmão levaram a caixinha para ser enterrada no jardim da nossa casa na praia."

Jaque quer homenagear sua cachorrinha fazendo uma tatuagem. "Eu e minha mãe vamos tatuar um coração com a letra 'J' dentro", afirma. Segundo ela, a tatuagem deverá ser feita na nuca ou pescoço. Ela pretende comprar outro cãozinho: "da mesma raça, da mesma cor e, se possível, com o mesmo brilho nos olhos".

A Urnas Pet atua no mercado há seis meses e, neste período, já fabricou 800 unidades. A empresa tem 12 representantes comerciais pelo Brasil, para facilitar a divulgação do produto, que é vendido em clínicas veterinárias e pet shops.

De acordo com a empresa, o preço das urnas varia de R$ 300 a R$ 800 para o consumidor final. O modelo mais solicitado é o de um caixão em formato de osso. “Ele representa 60% das nossas vendas, por enquanto”, afirma Niell.

O modelo "Baú de São Franscico" (foto) já teve 86 unidades comercializadas para os Estados Unidos. Há quatro tamanhos: P, M, G e GG, para animais com 70, 80, 120 ou 140 centímetros, respectivamente.

Embora muitos donos prefiram não pensar no dia de se despedir do seu pet, Niell afirma que um enterro digno é uma maneira de demonstrar carinho. “O bichinho nos dá tanta alegria e afeto, que acho respeitosa essa forma de dizer adeus”, diz.

Enterro sem caixão

O Jardim do Amigo - Cemitério Parque dos Animais, em Itapevi (SP), realiza os enterros dos animais sem uso de caixão. O animal é enterrado diretamente em contato com a natureza, envolto apenas em um lenço branco.

“O uso do caixão não é aceito aqui. Os tamanhos dos cães e a posição em que eles morrem costumam variar muito. Acho que o caixão traria mais tristeza aos donos”, afirma Rosângela Maria Fernandes, gerente do local.

O custo varia R$ 250 a R$ 1.313, oscilando de acordo com o tamanho do animal e o local escolhido para enterrar o corpo.

Para mais informações:

Urnas Pet: (64) 3433-1460 ou www.urnaspet.com.br

Jardim do Amigo - Cemitério Parque dos Animais: (11) 4144-2512 ou www.jardimdoamigo.com

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Pets ganham escova de chocolate e tingimento dos pêlos em MG

Tratamentos de beleza são procurados pelos donos dos cães.
Animais recebem cuidados como se fossem membros da família.



Os pet shops de Juiz de Fora (MG) estão diversificando os serviços. Além do tratamento convencional, os bichos podem tingir e alisar os pêlos.

Banho e tosa se tornaram atividades quase banais. Entre os serviços mais pedidos em uma loja de serviços para cães estão escova de chocolate, desenhos no pêlo com descolorante (chamadas de tatuagens) e tingimentos.

“Os cachorros têm vida quase como de pessoas, são tratados como filhos, dormem em camas, tomam banho toda a semana em pet shop. Tintura e descoloração funcionam como mimos que oferecemos aos donos”, afirma Irê Guedes, proprietária de um estabelecimento.

A veterinária Maiara Rodrigues diz que os donos devem estar atentos ao local de fabricação dos produtos. “O animal está seguro se estiver em estado físico perfeito, sem lesão cutânea ou dermatite”, comenta.

Registros

Tem dono que procura ajuda profissional para registrar os bons momentos com o bichinho. “Cachorrinho é um bicho que a gente gosta muito e tem vida curta. É bom você guardar em fotos para ter uma recordação”, afirma o músico José Luiz Vieira, que contratou o serviço de um fotógrafo para registrar imagens de seu cão.

O trabalho é produzido. Os cães ganham chapéu, gravatas e outros acessórios. A parte mais difícil é deixar os animais parados. "A gente tem que ter paciência e o dono tem que ajudar", diz o fotógrafo Carlos Mendonça. De olho no mercado cada vez melhor, ele aproveitou a oportunidade e focou seu trabalho nos pets.

Fonte: G1

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Produtos para pets combatem obesidade e estresse

Alimentos para evitar bichos gordinhos são novidade de feira em SP. Evento também tem colchão com ímãs que promete acalmá-los.

A obesidade dos animais de estimação tem preocupado cada vez mais veterinários e donos de pets, pois o excesso de peso é sinal de que a alimentação do bicho não está correta. Como o número de cães e gatos gordinhos não pára de crescer, o mercado de alimentos voltados para esses animais segue o mesmo ritmo. As rações light, com menos calorias, já conquistaram as prateleiras dos pet shops. A novidade agora é uma substância que acaba de chegar ao Brasil e atua inibindo o armazenamento de gordura no organismo.

O pet weight control, do laboratório norte-americano Pharmachem, não é vendido em pet shops. O produto é usado como matéria-prima de rações para controle e perda de peso. Segundo o fabricante, a substância bloqueia a ação de uma enzima presente no aparelho digestivo do bicho, evitando a conversão de amido em glicose e seu armazenamento em forma de gordura.

O produto é uma das novidades da Pet South America, evento internacional voltado para animais de estimação que começou na quarta-feira (17) e vai até sexta (19), em São Paulo.

De acordo estudo realizado pelo laboratório, 40% dos cães levados às clínicas veterinárias sofrem de obesidade. O diretor regional da Pharmachem na América do Sul, Ken Roffe, aponta o excesso de comida e a falta de exercícios físicos como as principais causas do excesso de peso nos bichos. Roffe afirma que, em dois meses de tratamento, a média de perda de peso entre os animais foi de 1,37 kg, mesmo sem mudar a quantidade de comida ou de exercícios.

Apesar de serem mais seletivos na hora da alimentação, os gatos também não estão livres do excesso de peso. Segundo estudo encomendado pela Mars Brasil, que fabrica a linha de ração felina Whiskas, cerca de 30% da população de gatos no país é obesa. De olho nesses bichinhos com sobrepeso, a empresa lançou uma linha de rações em sachê que possui metade das calorias da ração seca e ainda ajuda a manter a saúde do trato urinário por ser um alimento úmido.

A obesidade não atinge apenas gatos e cachorros. Os pássaros adoram uma dieta rica em calorias, como as sementes oleosas, e também podem ficar acima do peso. “Além de conter altos níveis de gordura, essas sementes, como a de girassol, são deficientes em importantes nutrientes e vitaminas”, alerta Érika Miklos, gerente de produtos da Evialis, empresa que fabrica rações para pássaros e apresentou uma linha de produtos com aroma de banana e frutas vermelhas.

A onda dos suplementos

Dar apenas ração balanceada para os animais deixou de ser suficiente para alguns donos muito preocupados com a saúde dos seus bichos. Os suplementos alimentares para pets ocupam cada vez mais espaço nas lojas e, agora, agem até no humor dos animais e aliviam o estresse.

É o caso dos suplmentos Deratropic, da Organnact, e Triptophan, da Vetnil. Os dois produtos possuem em sua fórmula o aminoácido triptofano, que é precursor da serotonina, uma substância sedativa e calmante relacionada ao prazer.

Magnetoterapia

A preocupação com a saúde e o bem-estar dos seus pets não se resume à alimentação. Um dos lançamentos mais curiosos da Pet South America é o colchão magnético da Ridelf. Segundo o fabricante, o produto é indicado para animais estressados, pois diminui a ansiedade, deixando o bicho mais tranqüilo.

O colchão mede 50 cm por 40 cm e pode ser usado por cães e gatos. O equipamento possui imãs no seu interior e age por meio da magnetoterapia. De acordo com o fabricante, o produto interage com o ferro do sangue do animal, melhorando a circulação e oxigenação do organismo, inclusive dos órgãos. O colchão entra no mercado ainda em setembro e deve ser vendido por cerca de R$ 380, com o suporte.

Fonte: G1

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Cães e gatos ganham lojas de perucas nos Estados Unidos

Americanos gastam cerca de R$ 50 para botar rastafari em cachorro.
Veja fotos dos bichinhos 'produzidos'.


O melhor amigo do homem também merece ficar na moda. Essa é a missão dos criadores da loja americana Wiggles, especializada em vender perucas para cachorros. Há diversas opções, de cabelos rastafari a estilos mais coloridos. As perucas mais baratas custam cerca de R$ 50.


Já para os bichanos, as perucas são vendidas pelo site KittyWigs. Cada uma custa cerca de R$ 80.

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Pet shops se transformam em negócio de R$ 4 bilhões

Quem tem um animal de estimação em casa ou faz planos para ter um talvez não saiba que o mercado de animais de estimação, incluindo rações, acessórios e outros itens, movimentou somente no ano passado mais de US$ 4 bilhões no Brasil. A paixão pelos bichos gerou crescimento de 12% na indústria e comércio de produtos voltados para pequenos animais em 2007. A estimativa da Associação Nacional dos Fabricantes de Alimentos para Animais de Estimação (Anfal Pet) é de que já existam no País 31 milhões de cães e 15 milhões de gatos, números que colocam o Brasil como segundo maior mercado do mundo em número de animais de estimação.

A ascensão do segmento motivou o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) em Goiás a firmar com uma série de parceiros um pacto que dá início ao “Projeto Serviços Veterinários e Pet Shops”. Gestora do Sebrae, Giovana Antônia Cláudio, responsável pelo projeto, explica que a iniciativa tem como objetivo geral melhorar o gerenciamento e a lucratividade das empresas de Serviços de Saúde Veterinária e Pet Shops, respeitando critérios técnico-sanitários e zelando pelo bem-estar animal. Ela acrescenta que durante as oficinas de revisão do projeto foi constatado que entre as grandes dificuldades dos empresários do setor estão na ineficiência da gestão empresarial, na falta de qualificação da mão-de-obra e na desarticulação do setor, contemplados no foco estratégico do projeto.

Para atingir os objetivos, estão previstas ações de capacitação empresarial e da mão-de-obra, marketing e produção de material publicitário/educativo, ações que estimulem a posse responsável, compras conjuntas, participação em feiras, congressos e eventos, dentre outras. A parceria foi firmada na última quarta-feira, 9, por meio da assinatura do Acordo de Resultados com os parceiros do projeto. Entre os parceiros estão o Conselho de Medicina Veterinária (CRMV) de Goiás, os Centros de Controle de Zoonozes das cidades de Goiânia, Anápolis e Aparecida de Goiânia, Universidade Federal de Goiás (UFG) e Faculdades Objetivo.

Os empresários poderão dar início à execução do projeto assim que o cronograma de ações for concluído. Os recursos para custear o projeto são do Sebrae Nacional e Estadual, das entidades parceiras e das empresas beneficiadas. Está previsto orçamento financeiro de R$ 1.320.000,00 para os anos de 2008, 2009 e 2010. Em alguns Estados brasileiros, como São Paulo, mais da metade das moradias têm pelo menos um cachorro de estimação, ou seja, os cães estão presentes em 52,5% das casas.

A gerente do Pet Shop Bicho e Mania, Márcia Vicente Filho, trabalha no segmento há cinco anos e afirma que a procura pelos bichos de estimação está sempre em alta. “O que chama a atenção é que quando o cliente gosta do animal não se importa tanto com os preços, que às vezes são altos”, diz. Ela comenta que grande parte dos compradores de cães, gatos e outros animais que vão ao estabelecimento também levam acessórios dos mais variados, sempre com o objetivo de garantir conforto e comodidade aos filhotes. Márcia compara a relação dos clientes que compram os pelos pequenos animais como a de pai para filho. “Parece que estão levando enxoval para um bebê recém-nascido”, completa.

A gerente explica que tem animais para todos os gostos e bolsos. Alguns, segundo ela, como o filhote do cão bull dog inglês, que custam mais de R$ 3 mil. Entre os animais mais procurados na loja está o cão da raça shitizu. Um filhote custa entre R$ 1 mil e R$ 1,8 mil e a são vendidos até 50 deles por mês. “O mercado de cães em Goiânia é muito grande, pois todos os que compram os filhotes voltam para levar rações, vacinas e acessórios periodicamente”, acrescenta. E a indústria do setor investe em criatividade para manter aquecidas as vendas. Já é possível encontrar nos pet shops produtos como protetor solar, roupas íntimas, chicletes e até chocolates para cães.

Renato Rodrigues

Fonte: Jornal Hoje Notícias

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Diversificados, pet shops se transformam em minizoológicos

Ir a uma pet shop virou programa de fim de semana para algumas famílias depois que o passeio deixou de ser feito apenas com o objetivo de comprar ração para o mascote da casa. Isso porque algumas lojas de animais se tornaram tão especializadas em animais silvestres e exóticos que chegam a ser comparadas a minizoólogicos. Nelas, é possível encontrar bichos que a gente não vê por aí, que não fazem parte da fauna brasileira e que poucos têm condições de criar, como cobras, iguanas e até jacaré.

A Pet Center Marginal (foto ao lado), por exemplo, criou uma área temática e climatizada especialmente para abrigar os seus bichos incomuns. A casa tem, entre outros animais, coruja, arara, sagüi, iguana e jibóia e chega a receber cerca de 15 mil pessoas em um único fim de semana. "As pessoas chegam para comprar comida para o cachorro, por exemplo, e acabam fascinadas pela diversidade de animais da loja, principalmente as crianças", conta Eugênia Fonseca, gerente de marketing e eventos.

Por determinação do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), as lojas só podem comercializar espécies autorizadas e animais nascidos em cativeiro.

Como o objetivo dessas lojas é vender o produto, é possível que aquele bichinho que conquistou corações não esteja mais no local em uma próxima visita. Exceção para a cobra píton Argus, da loja de animais Breeds, que vai estar sempre por lá, ao menos enquanto o dono permitir. Ela pertence ao coordenador da área de animais exóticos do local, Carlos Alberto Scalea, e está com ele há mais de 12 anos. Para Scalea, a exposição de animais incomuns é uma chance de despertar a consciência ambiental.

"Recebemos gente de todas as idades, e eu fico horas tirando as dúvidas e mostrando o papel de cada animal na natureza. Ensino, por exemplo, que as cobras não são sempre frias e úmidas. Aos poucos, eu deixo as pessoas se aproximarem, e algumas até pedem para tirar fotos com ela no pescoço", conta. Por ser geralmente de graça e ter alguém para dar informações, o passeio só podia virar um concorrente dos zoológicos.

Onde encontrar

Pet Center Marginal (av. Presidente Castelo Branco, 1.795, Pari, tel. 0/xx/11 6097-7400)
A loja trabalha com animais domésticos comuns e possui uma área temática chamada de Safári. Lá, é possível ver e tocar em animais exóticos como cobra, coruja, teiu e iguana, entre outros. Uma vez por mês, o biólogo e professor Del Nero, criador do Instituto Pró Répteis, expõe seus exóticos animais de estimação, como aranha e cobras, e dá aulas de educação ambiental. Visitação gratuita

Breeds (r. Trocari, 131, Vila Prudente, tel. 0/xx/11 2219-2000)
A pet shop tem, além de filhotes de cães e gatos, aves ornamentais, aves de rapina, lagartos, cobras, tartarugas, jabuti, cágados e até um jacaré, em um espaço ambientado. Quem gosta de peixe também vai se divertir com os aquários de água doce e marinha. A visitação é gratuita e há profissionais treinados para dar explicações e derrubar mitos sobre esses animais

Biomania (av. Pedroso de Moraes, 281, Pinheiros, tel. 0/xx/11 3821-2897)
A pet shop é especializada em animais exóticos e silvestres, principalmente os répteis. Quem visita o local pode encontrar rãs, sagüis, jibóias, furões, tartaruga e vários tipos de roedores, inclusive ratazanas. Como o forte da casa é a venda desses animais, toda semana há alguns chegando e outros indo embora porque ganharam um dono. A visitação é gratuita

CLAUDIA SILVEIRA
da Revista da Hora

Fonte: Folha Online

sexta-feira, 25 de abril de 2008

CatNip - A erva dos gatos

Erva do gato ou catnip é o nome comum para uma erva perene da família das hortelãs.

Nativa da Europa e da Ásia, essa erva possui um ingrediente ativo chamado Neptalactone que atrai a maioria dos felinos. Nos Estados Unidos, 400 toneladas de CatNip são utilizadas a cada ano, sendo que 80% desse total (320 toneladas) são destinados aos gatos.

A resposta ao CatNip é uma herança genética e o órgão responsável pela sensibilidade de perceber a substância Nepetalactone é o órgão de Jacobson, que se situa no cérebro dos felinos.

Segundo os estudiosos e veterinários, o cheiro dessa erva estimula o instinto predador do animal e afeta quase todos os felinos, inclusive leões, pumas e onças e é inofensiva para eles.

Geralmente, a erva atrae mais gatos machos do que fêmeas, sendo que antes da fase reprodutiva (6 meses) os gatinhos costumam ser imunes ao seu cheiro.

Seu efeito é mais intenso nos 10 primeiros minutos, depois disso, o gato acaba se adaptando a ela. Após duas horas longe da erva, o animal se recompõe, então, a mesma reação pode acontecer se o gato entrar em contato com ela novamente.

O CatNip é encontrado na maioria dos brinquedos para felinos - recheio de ratinhos de feltro, bolinhas ou novelos de lã. Pode ser encontrada também in natura em pet shops.

O único cuidado na utilização da erva CatNip é a sua procedência. Dê preferência para produtos originários do Brasil e que foram cultivados sem agrotóxicos.

Fonte: Miauudote