Americanos gastam cerca de R$ 50 para botar rastafari em cachorro.
Veja fotos dos bichinhos 'produzidos'.
O melhor amigo do homem também merece ficar na moda. Essa é a missão dos criadores da loja americana Wiggles, especializada em vender perucas para cachorros. Há diversas opções, de cabelos rastafari a estilos mais coloridos. As perucas mais baratas custam cerca de R$ 50.
Já para os bichanos, as perucas são vendidas pelo site KittyWigs. Cada uma custa cerca de R$ 80.
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
Cães e gatos ganham lojas de perucas nos Estados Unidos
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Rodrigo
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sexta-feira, 5 de setembro de 2008
Fotografias - Nick Brandt
Algumas fotos maravilhosas da vida selvagem africana, do fotógrafo Nick Brandt.








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quinta-feira, 4 de setembro de 2008
Como dar comprimido ao seu animal de estimação
Então o veterinário mandou você com seu animal de estimação (que não está muito bem) para casa, com um frasco de comprimidos e algumas instruções. E agora?
Não se preocupe. Dar comprimidos ao seu animal de estimação é apenas uma questão de prática e muita compreensão.
A seguir apresentamos algumas orientações práticas. Observe que os métodos são diferentes para cães e gatos.
Como dar um comprimido a um cão
1. Segure cuidadosamente o focinho por cima, colocando seu polegar de um lado e os outros dedos do outro lado do focinho. Segure e aperte com firmeza logo atrás dos caninos (as "presas"). A boca do cão deve abrir.
2. Com a mão livre segure o comprimido e ao mesmo tempo force o maxilar inferior para baixo. Com a boca do animal bem aberta, coloque o comprimido na parte mais posterior da língua, empurrando ainda um pouco mais com o seu dedo indicador.
3. Feche e segure o focinho com cuidado enquanto o seu cão engole. Para estimular, você pode passar a mão na parte inferior do pescoço, com movimentos para baixo.
Como dar um comprimido a um gato
1. Peça a alguém que segure as patas dianteiras e o peito do seu gato por trás, para que você esteja livre para fazer o resto, ou vice-versa. Se você tiver problemas, coloque uma toalha ou pano ao redor do seu gato.
2. Coloque a sua mão na parte de cima da cabeça do gato, evitando o maxilar inferior. Levante a cabeça até que o nariz do gato esteja apontando para o teto. Quando a boca abrir, use a sua outra mão para segurar o comprimido e force o maxilar inferior para baixo, empurrando o comprimido para a parte mais posterior da língua.
3. Feche a boca do seu gato, procurando ter certeza que você e o seu parceiro continuem segurando firme. Esfregue a ponta do nariz. Isso vai forçar o gato a lamber a ponta do seu próprio nariz, fazendo com que seja mais fácil engolir. Lembre de elogiar bastante o seu gato todas as vezes em que ele engolir um comprimido.
Apresentamos agora algumas dicas úteis para a administração de comprimidos a cães ou gatos:
- Os comprimidos revestidos são os melhores. Eles descem mais facilmente e não se dissolvem tão rapidamente, o que é importante se você tiver que fazer mais do que uma tentativa.
- Se você não conseguir fazer com que o comprimido seja engolido, tente disfarçá-lo em alguma coisa que o seu animal adora (exemplo, miolo de pão, pedaço de carne, sardinha e etc…). Mas verifique antes com o seu veterinário se isto pode ser feito, porque alguns medicamentos não devem ser administrados com alimentos.
- Cuidado com alguns medicamentos de uso humano. Alguns deles, como ibuprofen, aspirina ou acetaminofen, podem ser prejudiciais ou até mesmo fatais. Apenas o veterinário pode indicar que medicamento utilizar.
- Siga sempre as instruções do seu veterinário com relação à dose, mesmo que pareça que o seu animal de estimação está ficando melhor muito depressa. Se você interromper a medicação muito cedo pode haver o risco de o problema acontecer novamente, podendo reduzir a eficiência da medicação.
Fonte: Pfizer Saúde Animal
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quarta-feira, 3 de setembro de 2008
Aids felina não atinge humanos, mas leva gato à morte
Ainda desconhecida da maioria da população, a Aids felina é uma doença que não atinge os seres humanos, mas evolui para um quadro letal entre os gatos.
Apesar de o nome --que leva a sigla para síndrome da imunodeficiência adquirida-- ser igual, essa "versão" animal não é provocada pelo HIV (vírus da imunodeficiência humana), mas pelo FIV (vírus da imunodeficiência felina), que foi isolado pela primeira vez em 1986. Os dois são da mesma subfamília (Lentivirinae).
A transmissão se dá pela saliva. Estima-se que o número de gatos de rua infectados seja muito maior do que o encontrado entre gatos domésticos, tanto pelo contato mais freqüente com outros animais quanto pelas características desse contato, que provoca arranhões, mordidas e outras formas de transmissão da saliva de um animal para outro. Os machos adultos estão mais suscetíveis ao vírus, uma vez que se envolvem mais em brigas.
A veterinária Heloisa Justen Moreira de Souza, professora da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro e autora do livro "Coletâneas em Medicina e Cirurgia Felina" (LF Livros), ressalta que a contaminação é geralmente assintomática. "Depois, o animal pode manifestar doenças relacionadas ao FIV, como gripe, doenças de pele e gastrointestinais", diz a especialista. São as chamadas doenças oportunistas, que ocorrem de forma similar nos casos humanos.
"Com o sistema imunológico já bastante debilitado, o gato entra então na fase da síndrome da imunodeficiência", relata a veterinária. Nesse estágio, o animal desenvolve doenças que podem levar à morte, como insuficiência renal e linfoma.
Diagnóstico
O diagnóstico geralmente é feito com um exame de sangue (Elisa) realizado pelo veterinário. O resultado sai na hora. No caso do exame PCR, é preciso esperar uma semana para conhecer o resultado.
Não há cura para a infecção pelo FIV, apenas tratamento para tentar diminuir a incidência de doenças oportunistas. "Há uma vacina nos Estados Unidos, mas ainda existe muita controvérsia em torno dela, pois há sete subtipos do FIV e a vacina não imuniza contra todos", destaca a especialista.
Como recomendação, Heloisa afirma que o ideal é manter o gato doméstico preso, para evitar contato com animais de rua.
Fonte: Folha Online
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Verminoses intestinais em cães
O intuito deste texto é passar, de maneira clara e objetiva, para criadores e apaixonados por cães, as principais informações sobre as verminoses intestinais de nossos cães, o controle e sintomas possiveis de observação.
Os cães são acometidos por uma série de vermes que se adaptaram a eles. Nas infestações por vermes influem fatores como, situação geográfica, condições climáticas, época do ano e, de grande importância, condições de manejo dos animais.
Uma infestação pode causar danos como perda de peso, crescimento tardio, predisposição a outras doenças, menor absorção e digestão dos nutrientes, perda de sangue e proteina, em fim, um complexo desequilíbrio orgânico.
Alguns Sintomas
- Animal com a barriga abaulada, onde é comum o proprietário achar que seu animalzinho esteja gordinho.
- Olhar triste, que deve ser avaliado por um profissional para diferenciação de outras doenças.
- Animal arrasta o "bumbum no chão".
- Magreza.
- Fezes moles, com sangue.
- Presença de vermes nas fezes, onde é importante a observação do proprietário para relatar ao médico veterinário o tipo de verme encontrado para um bom diagnóstico e tratamento adequado, existem vermes redondos, achatados, e vermes que soltam proglotes parecido com uma semente de pepino ou grão de arroz.
Controle
É importante que o proprietário fique atento para um bom controle das parasitoses intestinais do seu cão.
Uma profilaxia adequada é baseada em vários pontos, como acompanhamento Médico Veterinário para um programa de vermifugação correta desde filhote, exames parasitológicos de fezes podem ser feitos pelo Veterinário periodicamente, correto destino das fezes oque evita uma autocontaminação e de outros animais que vivem no mesmo ambiente, é importante lembrar que nas fezes existem ovos. Limpeza adequada do ambiente com desinfetantes ( lembrando de tirar o animal do local durante a operação)
Conselhos Importantes
- Nunca deixe seu cão muito tempo sem ir ao Veterinário, este profissional lhe dará todas as diretrizes de sucesso no plano de saúde de seu animal.
- Não administre vermifugos sem lógica, é sempre importante a troca de princípios, que um profissional fará com sucesso.
- O ambiente é de importância fundamental para o sucesso do tratamento profilático.
- Lembre-se: Algumas parasitoses de cães são transmitidas aos homens, então é importante uma boa prifilaxia, que ira se refletir em nós e em nossos filhos.
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terça-feira, 2 de setembro de 2008
Gatos de rua podem espalhar doenças como Aids felina
Criar um gato em casa pode atrair animais de rua, seduzidos pela comida do dono da casa. Acostumados a lutar pela sobrevivência, eles podem tirar a comida e a cama dos felinos domésticos. Mas o principal perigo mesmo são as doenças.
Para evitar que o seu gato fique doente com esse convívio indesejado, algumas medidas podem ajudar. A primeira é manter a vacinação do seu animal de estimação em dia.
O visitante não deve ser expulso com agressividade. "Se o gato entrou, atraia-o para fora com comida, que é o que ele procura. Coloque um pedaço de carne ou peixe na rua e mantenha-o lá. Espantá-lo agressivamente pode causar uma briga. É melhor retirá-lo de maneira amigável para evitar atritos", ensina a veterinária Débora Monteiro, do Hospital Veterinário Modelo.
"Diferentemente dos gatos caseiros, que não têm o instinto aguçado de defesa ou de proteção, os de rua estão acostumados a batalhar pelo que precisam", explica Fernanda Fragata, veterinária do Hospital Sena Madureira. "Para eles, é fácil expulsar os donos da casa", diz. Para completar o quadro de risco, os animais domésticos estão acostumados a compartilhar as coisas e acabam aceitando o intruso em casa, sem saber que estão correndo perigo.
Muitas doenças felinas graves são passadas por contato íntimo. É o caso da Aids felina e da leucemia, que não têm cura e são passadas pelo contato da saliva em feridas ou mesmo no potinho de ração. "Como são assintomáticas, levam anos para se manifestarem. O quadro é notado quando o animal já está em fase terminal", diz Fernanda. Já a toxoplasmose é transmitida pelo contato com as fezes e pode atingir o dono do gato. É um risco para as gestantes.
Mas os invasores também podem seduzir. Foi o que aconteceu com Flávia Bortoluzzi Suhadolnik, 32 anos. A professora cedeu aos apelos da filha Giovanna, 2, e adotou o gato Tomas. Não sem antes passar no veterinário: "Mandei castrar e dei remédios".
Minimize os riscos de uma invasão felina
- Castre seu gato antes que ele chegue à puberdade, o que acontece por volta dos seis meses, para que ele não queira sair de casa
- Mantenha a vacinação do bichano em dia
- Coloque um cachorro em casa. Pode ser uma idéia para afastar os intrusos
- Mantenha o alimento dentro de casa para não atrair os visitantes
Fonte: Débora Monteiro, veterinária do Hospital Veterinário Modelo
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segunda-feira, 1 de setembro de 2008
Dá pra deixar os animais pra trás?
"O furacão Gustav está aqui no Golfo e se dirigindo para Nova Orleans. A previsão é que ele seja seja categoria 3 alta (ventos entre 177 e 208 km/h) ou 4 baixa (entre 209 e 248 km/h). Pra se ter uma idéia, o Katrina, em 2005, foi categoria 3.
Então as autoridades estão buscando as pessoas em casa de ônibus e levando elas embora. A maioria nem sabe pra onde está indo, uma mulher achava que estava sendo levada pra um abrigo e quando viu estava chegando ao aeroporto. Estão evacuando a cidade inteira.
E qual não foi a surpresa dela quando foi embarcar e disseram que ela nào podia levar os dois passarinhos de estimação junto?!?!?! Isso mesmo, eles não autorizam levar nenhum animal, pelo menos não nos vôos do governo. Se quiser levar tem que pegar o próprio carro e ir pra estrada.
Não vou dar minha opinião porque ao mesmo tempo que discordo ao pensar que não deixaria a Lucy de jeito nenhum, concordo que se todo mundo quisesse levar seu animal seria uma confusão e nessa hora mais confusão é o que eles menos precisam. Também não daria pra selecionar e só deixar irem alguns, como os pequeninos, né?!
Não sei o que pensar, mas fiquei com pena quando vi a gaiola com os dois passarinhos que a mulher teve que deixar no aeroporto com a promessa de que eles seriam bem cuidados."
por Bruna Bertoli Diegoli, de Naples/F
Fonte: Bicharada
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