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sábado, 22 de agosto de 2009

Cães e gatos causam muitas quedas acidentais, informa estudoPesquisadores dos EUA calcularam ocorrências entre 2001 e 2006. Animais respondem por 1 em

Pesquisadores dos EUA calcularam ocorrências entre 2001 e 2006. Animais respondem por 1 em 100 quedas acidentais que levam ao hospital.

Hoje, cerca de 235 pessoas acabarão o dia numa emergência hospitalar com uma lesão causada por queda envolvendo um cão ou gato. Isso corresponde a mais de 86 mil pessoas por ano. Apesar de representar somente 1% dos 8 milhões de pessoas machucadas em quedas anualmente, esse número é cinco vezes maior que as idas à emergência causadas por tiros acidentais, e quase três vezes maior que os acidentes causados por sufocamento acidental. Cerca de 43 milhões de lares nos Estados Unidos têm cachorros, e 37,5 milhões têm gatos.


Pequenos, mas perigosos (Foto: Divulgação)

Pesquisadores do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA analisaram dados de 2001 a 2006, e descobriram que cerca de 88% dessas quedas estavam associadas a cachorros. As mulheres tiveram duas vezes mais chances de se machucar, em relação aos homens. Apesar das fraturas serem mais comuns entre os idosos, a maioria das lesões foi causada em jovens com menos de 14 anos ou em adultos entre 35 e 54 anos.

"As pessoas devem saber que animais de estimação são companheiros maravilhosos", disse Judy A. Stevens, epidemiologista do Centro e co-autora do relatório, "mas eles também podem representar perigo de queda. Mantenha os acessórios dos animais fora do caminho e considere adestrar os cachorros, a fim de evitar comportamentos que podem provocar quedas."

O estudo, publicado na edição de 27 de março do "Morbidity and Mortality Weekly Report", afirma que a análise provavelmente subestima o número real de lesões, pois não inclui aquelas tratadas em consultório ou outro tipo de atendimento fora do hospital. Os dados para o cálculo dessas estimativas foram coletados a partir de uma mostra nacionalmente representativa, de 66

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Jabuti

O que você precisa saber para ter esse réptil em casa

Muitas vezes chamado de tartaruga, o jabuti é um excelente animal de estimação, mas precisa de alguns cuidados específicos.

O jabuti é um réptil de sangue frio, por isso, precisa do sol para se aquecer. Em seu habitat natural, é um animal solitário, só encontrando outros de sua espécie na época do acasalamento. A fêmea tem, me média, quinze ovos por período.

Com relação aos seres humanos, o jabuti acostuma-se rapidamente com os seus donos, sendo muito calmo e paciente. Para levá-lo para casa não são necessários grandes empreendimentos: ele precisa de um espaço com terra, grama e plantas e temperaturas que variam entre 26ºC e 32ºC.

Atenção: o jabuti não pode ser exposto a baixas temperaturas, pois pode desenvolver uma pneumonia, e evitar locais úmidos, que facilita a manifestação de fungos e bactérias.

Fonte: Mais Pet

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Animais em apartamentos

Se você mora em uma casa espaçosa, é muito fácil ter um animal de estimação. Mas para quem reside em um apartamento, nem sempre as condições são tão favoráveis. Para ter um bicho de estimação, é preciso saber primeiro quais são as necessidades da espécie escolhida.

Os cães, por exemplo, possuem regras básicas para se conviver com eles:

1- Cães precisam de Espaço, pois necessitam se exercitar, gastar energia e, originalmente, são animais andarilhos.

2- Cães precisam de companhia, porque a espécie vive em matilha e cachorros são sociáveis, não gostam de ficar sozinhos muito tempo. Quem mora em um apartamento grande não deve pensar que poderá ter um cão de raça grande para combinar com o ambiente.

Lembre-se da regra 1: cães precisam de espaço! E o seu conceito de espaço e o do seu cão pode ser bem diferente. A maioria das raças grandes serve para a caça, guarda ou trabalho, ou estar ocupado a maior parte do tempo. O modismo também atinge o mundo animal. Periodicamente aparecem a raças que estão no auge. E nem sempre elas combinam com a vida num apartamento. Um exemplo disso são os cães da raça labrador. Muitos se entusiasmaram pela simpatia da raça e a exposição incansável desses cães em propagandas. Mas poucos que resolveram se aventurar a ter um labrador em um apartamento, conseguiram manter seus animais por muito tempo.

Labradores são muito ativos e precisam de espaço. Cães, mesmo os bem pequenos, que vivem confinados em áreas de serviço ou varandas não podem ser felizes. Para esses falta tudo... Espaço, companhia... E é muito fácil encontrar animais nessas condições porque os donos não querem que eles sujem a casa.

Um apartamento não é o melhor lugar para criar um cão, mas ele pode se adaptar caso lhe forem oferecidas condições para o seu bem-estar. E para isso, existem alguns pontos fundamentais que são:

1 - Escolha raças pequenas ou médias. As mais adaptadas são: poodle, yorkshire, maltês, fox terrier, shnauzer, pinscher, dachshund, etc.
2 - Mesmo que seu cão tenha livre acesso ao apartamento, ele precisa passear e se exercitar. Leve-o para a rua 3 vezes ao dia, por 30 minutos, no mínimo. Cansado seu cão ficará mais tranqüilo.
3 - Ofereça a ele brinquedos ou ossos de couro para roer. Isso evita o tédio e problemas comportamentais, além de diminuir a chance dele roer os móveis da casa ou desenvolver dermatites psicogênicas, como lamber as patas incessantemente por falta do que fazer.
4 - Ter companhia não significa deixar o cão aos cuidados de uma pessoa que sequer olha para ele. O cão quer atenção e gosta de brincar. Tire um tempo para brincar com seu cão diariamente.
5 - Não deixe o cachorro sozinho o dia todo. Ele pode e deve ficar algumas horas sozinhas, desde filhote, para se acostumar com a ausência do dono e para não se tornar um cão dependente. Mas ele não deve ficar isolado o dia todo.
6 - Se houver um parque ou praça perto de sua casa, leve seu cão para passear por lá. O contato com plantas e outros cães fará bem ao seu animal. Você não tem amigos? Seu cão também gosta de fazer amizades!
7 - Não esqueça que você tem vizinhos! E eles não têm a obrigação de ouvir seu cão latir o tempo todo. Há muitas maneiras de tratar o cão que late compulsivamente. Muitos cachorros que latem em excesso estão infelizes, pois os donos não seguem as regras anteriores.

É mais saudável que um cão poderia ser bem mais feliz morando numa casa com muito espaço, ou então em um sítio ou chácara, onde pudesse correr e brincar à vontade. Se você não pode oferecer isso, pense bem antes de ter um cão e, caso decida ter, saiba que você precisa assumir o compromisso de dar uma boa qualidade de vida a ele. Para o cão se adaptar a vida em apartamento, você terá que se adaptar ao modo de vida dos cães.

Fonte: Conteúdo Animal - Texto de Heloísa Helena Amaro

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Verão é boa época para visitar borboletários

É tempo de ver borboletas. Nos dias ensolarados, típicos do verão, os borboletários se enchem ainda mais de beleza para brindar os visitantes com um espetáculo único.

A Revista da Folha selecionou três deles localizados nos arredores de São Paulo, em um raio de no máximo 170 km da capital, para quem deseja conhecer a dinâmica dos refúgios dos delicados bichinhos alados.

Nos borboletários, tudo é pensado em função das estrelas da casa. As plantas escolhidas para compor os jardins têm cores intensas, como amarelo, laranja e rosa, e produzem grande quantidade de néctar.

"Cores chamativas atraem as borboletas e garantem sua presença constante", explica Sandra Gatta, responsável pelo borboletário Flores que Voam, em Campos do Jordão (167 km de São Paulo).

Em pleno Horto Florestal da cidade, foi construída a estufa de 384 m2 que abriga nove espécies típicas da Serra da Mantiqueira.

Diariamente, funcionários recolhem alguns dos ovos depositados nas folhas das plantas cultivadas no jardim. Eles são levados para um local protegido até virarem larvas. Tem início, então, a terceira fase do processo, quando o inseto se abriga dentro do casulo (chamado de pupa), onde ocorre a fase mais interessante da metamorfose, na qual a lagarta vira, finalmente, uma borboleta.

Embora a casa de criação seja um ambiente fechado, os visitantes do Flores que Voam podem assistir a tudo, graças ao vidro estrategicamente colocado para saciar a curiosidade.

No berçário

Quem visita os borboletários aprende passo a passo o ciclo de vida dos lepidópteros. No complexo da Mata de Santa Genebra, em Campinas (95 km de São Paulo), a casa de criação funciona como um berçário. Lá ficam os ovos, as lagartas, e o pupário, onde são acondicionadas as pupas, estágio intermediário entre a larva e o inseto adulto.

Com paciência e sorte, é possível assistir à postura de ovos e até mesmo à eclosão do casulo, momento em que surge pela primeira vez a borboleta.

O borboletário da Reserva Florestal da Mata de Santa Genebra tem área de cerca de 3.000 m2, dividida em quatro espaços: berçário, jardim, viveiro de mudas e viveiro de borboletas.

A principal atração é a própria mata que abriga mais de 700 espécies de borboletas. Nela, os visitantes fazem uma trilha antes de visitar o borboletário propriamente dito.

A curiosidade em torno dos belos insetos voadores serve para conscientizar a população sobre a importância da preservação. "Borboletas são instrumentos importantes para sensibilizar o público", afirma Arlete Abrahão, diretora de gestão ambiental de Diadema, na grande São Paulo.

O Jardim Botânico do município abriga o borboletário Laerte Brittes de Oliveira, com cerca de 900 borboletas. Em um espaço de 187 m2 são realizadas pesquisas e ações de conservação e, principalmente, de educação ambiental.

O visitante mais interessado pode se informar sobre o significado de cada bater de asas. "Voando baixo, a borboleta procura comida ou planta para botar seus ovos. Quando voa no mesmo lugar, pode estar defendendo seu território. Já o voo reto é típico da migração", explica Lucas Kaminski, pesquisador da Unicamp e especialista em ecologia.

Alto, baixo ou reto não importa. As borboletas sempre encantam com seu balé aéreo interminável. O Brasil, por sua dimensão e clima tropical, abriga um sexto de todas as espécies catalogadas mundo afora, totalizando cerca de 3.000 exemplares.

Quase metade pode ser encontrada no Estado de São Paulo, especialmente no verão. "Somos o país com mais borboletas, e a maior parte das espécies ainda não foi descoberta", ressalta o pesquisador.

O que é um borboletário?

É um espaço licenciado pelo Ibama para conservação, pesquisa e criação de borboletas e mariposas. Nos jardins, são plantadas flores específicas para atrair as borboletas típicas da região onde está localizado.

Cada espécie de borboleta e mariposa é pesquisada a fundo para saber o tipo de néctar com o qual se alimenta e em que tipo de planta coloca seus ovos. Em geral, as borboletas voam livremente pelos jardins.

Para ver borboleta

Flores que voam
Endereço: Av. Pedro Paulo, 7.997, Horto Florestal, Campos do Jordão, tel. 0/xx/12/3663-6444 Funcionamento: de quarta-feira a domingo, das 10h às 15h
Entrada: R$ 15 (adultos), R$ 10 (de sete a dez anos e acima dos 60) e gratuita para menores de sete anos
Mais informações: www.floresquevoam.com.br

Laerte Brittes de Oliveira
Endereço: R. Ipitá, 193, Jardim Inamar, Diadema, tel. 4059-7600
Funcionamento: terças, quintas e sextas
Entrada: gratuita, mediante agendamento

Reserva Florestal Mata de Santa Genebra
Endereço: R. Mata Atlântica, 447, Bosque de Barão, Campinas, tel. 0/xx/19/3249-0720
Funcionamento: terças e quintas, das 9h30 às 15h30 (visitas agendadas). Aos sábados, das 9h30 às 11h30
Entrada: gratuita

Flávia Gianini
da Revista da Folha

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Ensinando Gatos (em inglês)



Sim, você também pode ensinar seu gato!

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Como acabar com as pulgas em casa?

Investigadores americanos dizem que a solução é aspirar regularmente

As pulgas dos cães e gatos são eliminadas mais eficazmente dentro de casa, se esta for aspirada regularmente, defendem investigadores norte-americanos.

O aspirador mata 96% das pulgas adultas e é 100% eficaz com insetos que ainda não atingiram a maturidade, sustentam cientistas da Universidade de Ohio.

"Desde que uma pulga é engolida pelo aspirador, ela não tem hipótese de sobreviver", advoga Glen Needham, co-autor da investigação e professor-adjunto de entomologia na Universidade de Ohio, precisando que as escovas do aspirador arrancam a cutícula dos insectos, uma cobertura de cera resistente que os impede de desidratar. Sem esta proteção, os insetos, como as pulgas, secam e morrem.

As pulgas de gatos (Ctenocephalides felis) são as mais frequentes nos interiores das habitações.

"Não fizémos análises nas pulgas mortas mas é demasiado evidente que a violência do traumatismo físico por que elas passam é fatal", adiantou o mesmo especialista.

As pulgas adultas alimentam-se do sangue dos animais nos quais se fixam ou se reproduzem. As fêmeas põem os ovos que caem do animal para o chão, móveis ou na cama do cão ou gato. Depois da sua eclosão, entre dois a 14 dias mais tarde, as larvas passam por três fases de desenvolvimento antes de se tornarem adultas, num prazo de uma a duas semanas, explica o entomologista Fred Hink, da Universidade de Ohio e principal autor da investigação publicada no jornal Entomologia Experimentalis.

Fonte: PlugPet News

terça-feira, 3 de junho de 2008

Felinos preferem comida morna


Você sabia que os felinos, que na condição de predadores comiam suas presas logo depois de abatê-las, preferem alimentos mornos, ou pelo menos na temperatura ambiente? Por isso, se o seu gatinho anda com falta de apetite, experimente elevar um pouco mais a temperatura das refeições.

Fonte: Plugpet News

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Saiba o jeito correto de calcular a idade de seu cão

Diferentemente do cálculo popular, de que o cão envelhece sete anos em um, na verdade, é nos dois primeiros anos de vida que o crescimento dele é mais rápido. Após isso, a proporção se estabiliza em cinco para um, nas raças pequenas e médias. Nas grandes, em seis para um, e nas gigantes, em sete para um.

segunda-feira, 28 de abril de 2008

10 Dicas básicas de uma boa alimentação

1. Não dê ossos, especialmente de aves, e espinha de peixe ao seu animal. É assustador o número de cães e gatos que dão entrada no hospital por terem se engasgado ou estarem com problemas gastrointestinais devido a ingestão destes;

2. Mantenha comedouros e bebedouros sempre limpos. Ofereça água fresca em abundância para seu animal, troque a água com freqüência.

3. Procure dividir as refeições. Fazendo duas refeições ao dia ele vai aproveitar melhor a ração. Cães adultos pequenos e médios podem aceitar alimentação 3 vezes ao dia. Mas isso geralmente fica a critério do Médico Veterinário que irá avaliar as necessidades do animal e conciliá-las com a disponibilidade do dono. Grandes quantidades de alimento aliada a esforço físico logo após as refeições pode ocasionar uma torção gástrica. Por isso, além de fracionar a dieta de seu animal não o encoraje a se exercitar logo após as refeições.

4. Temperos e condimentos não devem fazer parte da alimentação de seu animal. Sal, nem pensar!

5. Aconselhamos o uso de ração industrializada de boa qualidade que já vem balanceada para a necessidade de seu animal. É claro que um filhote, uma fêmea prenhe, uma animal adulto submetido a muito exercício, um animal adulto criado em apartamento, uma fêmea amamentando e uma animal idoso têm necessidades nutricionais completamente diferentes. E é nesse ponto que a ração industrializada se destaca da caseira.

6. Acostume seu animal de estimação a ter um horário certo para as refeições. As vezes, deve acontecer com você de seu bichinho ficar pirraçando para comer. Neste caso, recomendamos que ofereça a comida no horário no qual o animal está acostumado e caso ele não coma num período de 1 hora, recolha a comida. Nos intervalos entre as refeições não ofereça petiscos. Dessa forma, você vai condicionar seu animal a comer no horário determinado o alimento que é oferecido.

7. Sabemos que as vezes é difícil, mas procure evitar doces, guloseimas, biscoitos etc. na alimentação do seu cão; isso além de aumentar a probabilidade de ter um animal obeso, vai favorecer a formação de tártaro e consequentemente gengivite e até perda da dentição. Cães são tão sensíveis a açúcar quanto são doidos por um chocolate. Isso pode fazer muito mal a seu animal.

8. Cuidado com a ração seca na alimentação, principalmente de gatos machos. Pois essa tem sido uma das causas apontadas como principais na SUF (Síndrome Urológica Felina). Busque sempre fornecer rações de excelente qualidade que já vêm com a formula corrigida para evitar este tipo de problema, principalmente em animais que já tem um histórico pregresso.

9. Caso você queira mudar de ração caseira para industrializada ou mesmo mudar de marca de ração, não faça de uma vez só. Vá apresentando o novo alimento aos poucos. Dependendo do animal, o período de transição pode variar de uma semana até um mês. De início, diminua um pouco a quantidade de alimento que o animal está acostumado a ingerir e substitua pelo qual você deseja introduzir. A medida que você perceba que ele está se habituando ao novo alimento, vá aumentando a quantidade até completar a mudança. Nunca permita que seu animal coma restos de comida. Para isso evite deixar restos de comida ao alcance dele. Deixe as lixeiras sempre tampadas.

10. Seja criterioso ao escolher a ração. Opte por uma ração de boa qualidade, boa digestibilidade e pouco fermentável. Rações muito baratas não reúnem todas essas qualidades. Rações premium e super premium são formuladas de forma completamente balanceada com ingredientes de primeira que garantem um melhor desempenho com menor consumo. Optando por uma ração premium ou superpremium seu cão vai comer menos, estar mais bem alimentado, com pelagem bonita e volume e odor de fezes diminuído. Lembre-se, a saúde de seu cão começa pela boca!

Dr. Rogério M. G. Emidio
Médico Veterinário

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Passeio em horário fixo educa para necessidades

Um cãozinho que é levado para para passear desde bebê duas vezes ao dia em horário fixo aprenderá a esperar a hora do passeio para fazer suas necessidades.

Outra forma é determinar o local que deseja que ele se habitue a usar e colocar jornal em uma área grande. Com o tempo, vá tirando o jornal até deixá-lo apenas no canto escolhido.

Saiba ainda que levar seu cão para passear e conhecer a região onde mora ajudará no caso de um dia ele se perder. Conhecendo a área, poderá retornar para casa.

Repressão
Bater no bichinho é contra-indicado
A forma certa e eficaz de educar um cão é nunca bater nele. Pesquisas realizadas com o animal apontam que é errado agredir. Uma forma correta de educar é bater no chão com um jornal enrolado. É que o barulho irá irritar o animal. Por isso, o bichinho fará de tudo para não voltar a ouvi-lo.

Fonte: Jornal Bom Dia

terça-feira, 25 de março de 2008

Ensinando a sentar

Coloca-se a mão esquerda sob o queixo do cão e levanta-se-o como se o fizesse olhar para cima, para nós.

Para olhar para cima, a posição mais confortável para o cão é sentada e o cão senta-se quase que instintivamente. Assim que ele assumir a posição "sentado" deverá ser sobejamente premiado.

Aos poucos diminuiremos essa ajuda, na medida em que formos percebendo que ele começa a sentar-se para receber o elogio.

Bem rapidamente, e até por interesse, o cão verá essa relação como uma brincadeira e ficará olhando para você como se estivesse esperando o próximo passo.

E a brincadeira é dar cinco ou seis passos e parar, olhando para o cão e esperando que ele se sente.

Se você mentalizar...: como é, não vai sentar? O que você está esperando para sentar? Senta vamos!

Ficará surpreso com a resposta.

Os cães têm uma percepção extra-sensorial tão intensa que fica um pouco difícil de acreditar e, aqueles que acreditam, não o revelam por não quererem se passar por loucos. *

Entretanto, quando você pensa em sair com seu cão, quase que como por encanto, ele chega antes no lugar onde você guarda a coleira.

Seu cão fará sempre exatamente o que você espera dele. Se você achar que ele não vai fazer... ele não o fará. Dessa forma nós induzimos, mentalmente, o cão ao erro por estarmos sempre pensando negativamente: ... eu acho que ele não vai conseguir....

Espantosamente, se começarmos a confiar mais em nosso cão ele corresponderá imediatamente.

Bruno Tausz
Cinófilo e Etólogo - Rio de Janeiro - RJ

Fonte: saudeanimal.com.br


*Concordo plenamente com o autor sobre mentalizar, tanto com os bichinhos como com humanos, porém nós não nos permitimos perceber isso.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Espécie chamada ‘bush dog’ estréia no zôo de SP

Cachorro-vinagre: animal em extinção pode ser visto no Zôo de SP. (Foto: Divulgação)

Os visitantes do Zoológico de São Paulo podem conhecer a partir deste carnaval uma espécie rara de mamífero da América do Sul, pouco conhecida na região e ameaçada de extinção. Trata-se de um animal de nome curioso: ele é chamado de cachorro-vinagre, em português, bush dog, em inglês, ou zorro vinagre, em espanhol.
Cientificamente, é conhecido como Speothos venaticus.O termo bush, muito longe de uma alusão ao presidente norte-americano, quer dizer arbusto. É por esse tipo de vegetação que o cachorro-vinagre costuma circular. Ele vive em áreas matas e campos da América do Sul e Central.
Diferente do homônimo herói Zorro, o cachorro-vinagre não parece muito corajoso. Quando está sozinho, se alimenta de insetos. Só em grupo costuma atacar pacas, gambás, patos, rãs ou cotias. No cativeiro, recebe ração balanceada, carne crua e frutas.
Com suas patas curtas, costuma abrir galerias no chão e abrigar-se em ocos de árvores e buracos de tatus. O cachorro-vinagre vive cerca de 10 anos. Seu tamanho pode chegar a pouco mais de meio metro e o peso varia entre 5 kg e 8 kg.
Apesar de não abrir às segundas-feiras, neste dia 4 o funcionamento do zoológico é normal, por causa do feriado. Os portões ficam abertos das 9h às 17h - o mesmo acontece na terça (5) e na quarta (6).
O ingresso custa R$ 12 para adultos e crianças maiores de 12 anos. Estudantes e professores da rede estadual pagam meia. A entrada é gratuita para idosos e pessoas com necessidades especiais.

Fonte: Animais Notícias

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Cão na piscina: como ensiná-lo a nadar sem traumas

O verão está aí: sol, piscina... Mas e o cachorro, onde fica nessa? Ele pode entrar na piscina também? É só colocá-lo na água e deixá-lo nadar? Ele já sabe ou precisa ensinar? Você vai descobrir tudo isso agora!


Não empurra!

Nadar é uma ótima atividade física para os cachorros: fortalece a musculatura e a maioria adora! Mas isso não significa que você deve enfiar o cão de qualquer jeito e a qualquer custo dentro da água.

Se você nunca tivesse entrado numa piscina na sua vida, ia querer ser empurrado de uma vez pra dentro dela? Claro que não, né? Portanto, primeira lição: não jogue o cachorro na água de jeito nenhum! Ele pode ficar traumatizado pra sempre ou até se afogar. Ao perceber, de repente, que não tem onde apoiar as patas e com a água atrapalhando a respiração, o cão tende a se desesperar. Tudo isso somado ao cansaço pode resultar num afogamento.

Para o seu cachorro nadar e brincar com você dentro da piscina, acostume-o aos poucos a essa nova atividade. Embora a grande parte dos cães aceite bem exercícios aquáticos, o seu cachorro só vai gostar de nadar se isso estiver associado a alguma coisa muito bacana.

Como fazer isso?
Podemos começar a ensinar o cão a nadar desde filhotinho, depois de ele ter tomado todas as vacinas. Para que tudo dê certo, o cachorro precisa ficar com vontade de entrar na água. Um bom jeito de incentivá-lo é jogar na piscina um petisco ou um brinquedo pra ele buscar. Ver um cachorro conhecido nadando ou você chamá-lo de dentro da água também pode servir de estímulo.

Mesmo depois de o cão ter entrado na piscina, continue dando petiscos a ele. É uma ótima estratégia para mantê-lo motivado e sem medo.

Tô perdido!!!!

Alguns cães, quando estão na água, não sabem pra que lado ir. Batem as patas pra cima, como se quisessem sair da piscina, não movem o corpo pra frente... ou seja, não saem do lugar!!! Nesse caso, antes que o cachorro se canse demais e acabe se traumatizando, mostre pra ele como fazer. Para tanto, segure firme o animal, com o corpo pra frente na posição horizontal, e solte-o na direção certa.

Atenção: se você não sabe nadar ou fica inseguro quando está dentro da água, peça ajuda de uma pessoa que se vire bem dentro da piscina ou de um especialista em comportamento animal pra te ajudar no treinamento.

Sem saída

É fundamental ficar de olho no cachorro durante todo processo e estar preparado para socorrê-lo se for necessário. Até mesmo porque, normalmente, as piscinas não têm recursos para os cães saírem sozinhos da água. Quase nenhum cão consegue deixar a piscina por aquela escadinha que estamos acostumados.

Cachorro molhado

Depois da natação, seque bem as orelhas do cachorro, pois a umidade pode causar otite. E pra quem já está acostumado a nadar com o cão no mar, aí vai uma dica importante: logo após a diversão, lave seu companheiro com água doce pra não causar irritação nem alergia.

Fonte: PlugPet News