quarta-feira, 25 de março de 2009

Porta-voz dos felinos em HQ, gato argentino chega ao Brasil

Ele é um gato espirituoso, amarelo-alaranjado e debochado. Mas não é o Garfield --aliás, é mais animado que este.

Praticamente desconhecido no Brasil, Gaturro Grandão chega agora ao país importado da Argentina, onde seu criador, Nik (chargista do jornal "La Nación"), é popular.

O livro lançado aqui traz tiras publicadas no diário argentino.

Fonte: Folha Online

terça-feira, 24 de março de 2009

Cormercial - No Pets

segunda-feira, 23 de março de 2009

Estudantes doam ração para cães e gatos da Saau

A campanha, que é promovida pelo curso de Ciências Biológicas, tem como objetivo ajudar a Saau, entidade que cuida de mais de 700 cães e gatos abandonados. Há vários anos, o curso de Ciências Biológicas da Universidade Paranaense – UNIPAR, Campus de Umuarama, realiza a campanha de arrecadação de ração para cães e gatos como atividade principal da ação ‘trote solidário’.

As doações são destinadas à SAAU (Sociedade de Amparo dos Animais de Umuarama), entidade que cuida de mais de 700 cães e gatos abandonados e que passa por dificuldade financeira.
A campanha, que começou no início deste mês, será realizada até o dia 27 e está aberta para acadêmicos de todos os cursos. A comunidade externa também pode participar.

O ‘trote solidário’ tem por objetivo repassar aos calouros conceitos de cidadania e responsabilidade social. Todos que doam, no mínimo três quilos de ração, recebem certificado de participação em atividade de cunho social (fator que reforça o conceito do currículo do estudante). As doações podem ser entregues na coordenação do curso de Ciências Biológicas, no Campus-Sede.

sábado, 21 de março de 2009

Eles são os melhores amigos dos brasileiros

Com base na quantidade de cachorros que estão espalhados por nosso território (cerca de 50 milhões), poderíamos dizer que o Brasil é um país de pessoas que adoram cães, certo? Não exatamente. Ou seja, há sim muita gente que ama cachorros e cuida deles como se fossem bebês, mas também existe um bocado de gente que os destrata e os abandona, como se eles fossem um brinquedo usado. Neste breve relatório sobre a situação dos animais no Brasil, alguns números e comportamentos mostram que os melhores amigos dos brasileiros carecem de mais cuidado.

O Brasil tem a segunda maior população canina do mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos (onde vivem 60 milhões de cachorros). Por aqui, estima-se que haja 31 milhões de cães com dono, ou domiciliados - segundo dados da Anfal Pet (Associação Nacional dos Fabricantes de Alimentos para Animais de Estimação) -, mais 20 milhões que vivem nas ruas (estimativa com base em estatísticas da Organização Mundial de Saúde). Embora esses dados denotem a popularidade dos cães no país - uma em cada sete pessoas possui um cachorro -, isso não significa que seus direitos e necessidades sejam garantidos.

A falta de cuidados com os bichos reflete-se na baixa expectativa de vida dos cachorros, estimada em apenas 3 anos. Embora um cão possa viver até os 18 anos, nos Estados Unidos e Suécia a expectativa de vida deles é de 10 anos e no Japão chega a 8,3 anos. De acordo com pesquisadores da USP, Metodista, Unip e Unicsul, não só a expectativa de vida dos cães é muito baixa, como também as causas de morte são boa parte das vezes relacionadas a falta de informação, dificuldades econômicas e negligência por parte dos donos.

Ao passo que há cada vez mais serviços voltados para o bem-estar dos cãezinhos de raça e com pedigree, os chamados pets, a procriação indiscriminada dos cães de rua ocorre de modo desenfreado - e por culpa dos humanos. Muita gente acaba adquirindo um filhote sem pensar que, quando ele crescer, terá necessidade de comida, água, higiene e atenção. Quando alguém abdica dessa responsabilidade, o animal normalmente é abandonado à própria sorte, longe de um lar. Também são corriqueiros casos em que cadelas emprenham, têm filhotes em casa e, sem saber o que fazer com os pequenos bichinhos, os donos os colocam em caixas, largando-os nas praças. A partir daí, muitos destes bichos sobrevivem em condições precárias perambulando pelas ruas ou simplesmente morrem. O que mais mata os cachorros são as doenças infecciosas (35%), como cinomose e parvovirose, que poderiam ser facilmente evitadas com vacinas. As neoplasias, ou tumores, que costumam encabeçar essa lista em outros países, aqui caem para o segundo lugar.

Este quadro indica dois fatores importantes sobre a situação dos cães no país. Um deles é a pouca eficácia dos programas de vacinação e controle de natalidade. "Essas doenças são como aquelas que nós pegamos na infância: comuns e facilmente evitadas com vacinas. No entanto, esse alto número mostra que não estão sendo tomadas as medidas necessárias", afirma o professor da Faculdade de Veterinária da USP, Enrico Ortolani.

Outro indício é que muitos dos donos de cães não se responsabilizam pelo bem-estar do animal. Embora não praticar a 'Posse Responsável' - ou seja, assegurar os direitos do animal, como integridade física, cuidados médicos e alimentação - seja considerado crime ambiental, a consciência dessas obrigações ainda é pouco disseminada. O maior exemplo disso é o alto índice de abandono - só a Associação Protetora de Animais São Francisco de Assis (Apasfa) recebe pelo menos 50 denúncias por dia. E para os cães que vivem nas ruas, o cenário é ainda pior. Embora os animais sem dono não tenham sido incluídos no estudo sobre expectativa de vida e causas de morte, sabe-se que são bem mais suscetíveis a esses perigos.

Mudanças em vista?

Se a realidade é ruim, os defensores dos animais estão batalhando para mudar isso. Recentemente, bons exemplos estão acontecendo nas cidades de São Paulo e Porto Alegre. Para incentivar a Posse Responsável, evitar maus tratos, superpopulação e também a transmissão de doenças, essas duas grandes cidades conseguiram fazer com que, tanto cães como gatos, sejam vacinados, castrados e recebam chip de identificação antes de serem adotados. O objetivo é conseguir controlar as vacinas que os animais recebem e também responsabilizar os donos por eventuais maus-tratos e abandono.

Além disso, em São Paulo, nenhum animal saudável pode ser sacrificado desde o ano passado por conta de uma lei estadual, de autoria do deputado Feliciano Filho (Partido Verde). Antes dessas novas iniciativas, os Centros de Controle de Zoonoses (CCZ) costumavam limitar-se ao encaminhamento desses animais para adoção ou sacrifício.

Se na sua cidade essas iniciativas ainda não foram implementadas, você também pode dar o exemplo: só adotar se puder mesmo cuidar do animal, castrar seu bichinho adotado, freqüentar as campanhas de vacinação e não deixar de denunciar maus-tratos. São várias iniciativas que podem melhorar a situação dos cães no Brasil. Porque não basta adorar cães, é preciso participar, cuidando deles com muito carinho.

sexta-feira, 20 de março de 2009

Com cérebro de "semente de gergelim", abelha conta só até quatro

Pesquisadores descobriram que abelhas podem contar até quatro, divulgou a rádio ABC (Australian Broadcasting Corporation).

Um cientista da Universidade de Queensland, na Austrália, pôs cinco marcadores dentro de um túnel e colocou néctar em um deles. As abelhas que entraram no túnel voaram até a marca com o néctar, e continuaram fazendo a mesma coisa após a retirada do líquido.

"Percebemos que, se você as treina para ir à terceira marca, elas vão focar na terceira marca. O mesmo vale para a quarta marca", diz Mandyam Srinivasan. "Mas sua habilidade em contar parece ir apenas até aí. Elas não contam além de quatro."

"Quanto mais olhamos para essas criaturas que têm um cérebro do tamanho de uma semente de gergelim, mais impressionados ficamos. Elas realmente têm muitas capacidades que atribuímos apenas ao ser humano, tido como superior."

A pesquisa foi conduzida em parceria com a cientista sueca Marie Dacke.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Poodle fugitiva faz confusão em aeroporto e atrasa vôos nos EUA

A poodle Choochy é uma verdadeira fugitiva. A cadela escapou de sua caixa e fez a maior confusão no Aeroporto Internacional General Edward Lawrence Logan, em Boston, Massachusetts (EUA).

Choochy fugiu enquanto era descarregada de um avião, após voar de Detroit para Boston, na noite de sábado (25). Ela saiu em disparada para as pistas de pouso e decolagem e de manobra.

Phil Orlandella, porta-voz do aeroporto, afirmou que a busca pela cadela durou mais de 17 horas. Como resultado, houve atrasos em ao menos oito vôos.

Cerca de 15 policiais, bombeiros, funcionários e até eletricistas do local participaram da perseguição.

Orlandella disse que Choochy estava amedrontada, cansada e faminta quando foi finalmente capturada, na manhã de domingo (26). Ela teve ferimentos leves.

Após ser alimentada e tratada, a cadela foi devolvida à família à qual pertence.

Fonte: Folha Online

quarta-feira, 18 de março de 2009

Saiba como emagrecer o cachorro "gordinho" e mantê-lo saudável, disposto e cheio de energia

Quem gosta de ver um cachorro cansado e encostado pelos cantos? O motivo do desânimo do seu melhor amigo pode ser a alimentação inadequada. Um pãozinho com manteiga no café, uma lasquinha de bife no almoço, aquelas bolachinhas na hora do lanche...

A quantidade e a qualidade dos alimentos que o cão ingere é decisiva para o comportamento do animal --e, consequentemente, para a qualidade do relacionamento com o dono.

Aprender a alimentar corretamente o cachorro --para deixá-lo sempre disposto, saudável e cheio de energia-- é o que ensina o livro "Cachorro Magro", da Panda Books, à venda no site da Livraria da Folha.

Deixar muita água disponível ao animal, conferir se o cão está ingerindo a quantidade recomendada de ração e evitar alimentá-lo quando você e outras pessoas da casa estão comendo são algumas das "regrinhas de ouro" para manter o cão saudável e sem excesso de peso.

Leia abaixo capítulo do livro que apresenta em detalhes estas e outras recomendações para manter o cão sempre bem alimentado e disposto.

*

Como chegar lá

Elaborando um plano de emagrecimento de acordo com o estilo de vida do animal

Por mais difícil que seja a meta, nada de sacrifícios. Tenha sempre em mente que a energia fornecida por meio da alimentação deve compensar exatamente as necessidades fisiológicas do cachorro, como crescimento, gestação e lactação, além de atividades físicas, como caça, pastoreio e esportes. Um plano alimentar precisa levar em conta o estilo de vida do dono e do animal. Assim, se é um cachorro de apartamento - que raramente sai para passear e dorme boa parte do tempo, gasta menos energia e, por isso, deve comer menos -, qualquer petisco a mais irá engordá-lo.

Ao contrário de gatos, que são descendentes de carnívoros, cachorros são animais onívoros, ou seja, se alimentam de substâncias vegetais e animais, encontradas na comida caseira, em frutas, legumes e carnes. Eles obtêm a maior parte de sua energia a partir dos carboidratos. Nas comidas caninas industrializadas, os carboidratos vêm dos cereais e legumes.

Só o veterinário pode determinar quantos quilos o cão deve perder e a duração da dieta. Mas, em média, podem ser necessárias de oito a 14 semanas para chegar ao peso predefinido. Se os quilos a perder são muitos, é provável que se tenham de cumprir metas progressivas, até chegar ao peso ideal. E, depois de atingir o objetivo, seria melhor complementar o trabalho com um programa de dieta preventiva e exercícios para manter o novo peso.

A regra da boa forma para os humanos também vale para os cães: em vez de passar fome durante alguns dias para perder peso e exibir a nova silhueta rapidamente, o mais indicado é manter uma alimentação saudável e fazer exercícios regularmente durante o ano inteiro. Os cães obesos não sabem de sua condição, digamos, esteticamente desprivilegiada, mas seus donos podem ajudá-los a recuperar a forma seguindo algumas regrinhas de ouro:

  • Deixar sempre muita água limpa e fresca disponível ao animal. Se for preciso, encoraje-o a bebê-la, especialmente quando estiver praticando exercícios, para prevenir um superaquecimento.
  • Se o cão está mesmo gordinho e um veterinário já tiver sido consultado, reduza a alimentação gradualmente, dia a dia, e ofereça rações, ou comida caseira, de baixa caloria.
  • Esteja sempre atento à quantidade recomendada de ração. Não pense que um pouquinho a mais não fará diferença.
  • Quem tem mais de um cão deve verificar se um deles não está "roubando" a comida dos outros. Nesse caso, o ideal é alimentar cães acima do peso na mesma hora em que se alimenta os outros, para prevenir que roubem a comida de seus companheiros mais magros.
  • Faça com que seu cão pare de pedir comida quando você e outras pessoas da casa estão comendo: alimente-o antes de todos comerem e mantenha-o fora do ambiente durante a refeição.
  • Estabeleça horários fixos para oferecer ração ou comida caseira. O importante é que, em qualquer horário, o alimento fique disponível por um período curto de tempo - por exemplo, 30 minutos no início da adaptação e 15 minutos após o animal adquirir o hábito. Depois desse tempo, mesmo que o cão não tenha comido, retire o alimento e o forneça apenas na próxima refeição. Em poucos dias, ele perceberá que tem apenas um determinado tempo para se alimentar, e comerá assim que for servido. De quebra, comerá a quantidade recomendada de ração.
  • Para ter sucesso absoluto, se você mora com outras pessoas, repasse essas recomendações.

Um passo importante é acostumar o animal a comer várias vezes por dia. Em vez de dar, por exemplo, 300 gramas de uma só vez, forneça três refeições de 100 gramas cada. Fracionar a comida, um hábito cada vez mais adotado pelos humanos que buscam saúde, acelera o metabolismo e, conseqüentemente, emagrece. Além do que, o bicho terá a sensação de estar saciado por mais tempo. Se é dono de um cão, provavelmente sabe que ele pode comer o que precisa para 24 horas numa única refeição, em poucos minutos. O ideal é dividir essa mesma quantidade em duas porções: uma para a manhã, outra para a noite. Na embalagem da ração, deve haver indicações sobre a porção diária para cada faixa de peso, porte e idade do cão. Se quiser seguir a receita fracionada, a tabela a seguir pode ajudá-lo a planejar a alimentação do seu amigo de quatro patas. Mas não se esqueça de sempre consultar o veterinário.

De orelha em pé:

Mais de 80% dos proprietários de cães e gatos que optaram por alimentá-los só com alimento industrializado não controlam a quantidade oferecida desse alimento. Faça parte da minoria!

QUANTIDADE DE REFEIÇÕES POR DIA

- Pequeno porte
Até 6 meses: 4
6 a 9 meses: 4
9 a 12 meses: 3
Acima de 12 meses: 2

- Médio porte
Até 6 meses: 4
6 a 9 meses: 4
9 a 12 meses: 3
Acima de 12 meses: 1 ou 2

- Grande porte
Até 6 meses: 4
6 a 9 meses: 3
9 a 12 meses: 2
Acima de 12 meses: 2

- Gigante
Até 6 meses: 4
6 a 9 meses: 3
9 a 12 meses: 2
Acima de 12 meses: 2

Dica: Preste sempre atenção nas quantidades de ração recomendadas pelo fabricante. Muitas vezes, só o ato de reduzir a quantidade diária já é suficiente. Em outros casos, mudar para uma ração light é uma solução mais eficiente. Normalmente, é mais fácil servir as quantidades normais de uma dieta com poucas calorias do que dar quantidades menores da dieta habitual. Dessa forma, seu cão também não sentirá tanta fome.

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Cachorro Magro
Autor: Rachel Rubin
Editora: Panda Books
Páginas: 92
Quanto: R$ 14,90
Onde encontrar: nas principais livrarias, pelo telefone 0800-140090 ou no site da Publifolha