sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Os 10 animais mais mortíferos do mundo!

10 – Rãs de dardo venenoso

Estes sapos não são para beijar. Suas costas secretam uma espessa neurotoxina que tem o propósito de manter os predadores afastados. Cada sapo produz toxina suficiente para matar 10 pessoas.

9 - Búfalo Selvagem

Quando em face de um predador os búfalos atacam diretamente. É uma besta de quase 700 kg armada com dois enormes e afiados chifres. Você terá sorte se for apenas um deles, o perigo real é quando o rebanho desembesta em sua direção.

8 - Urso Polar

É claro que eles parecem fofinhos no zoológico, mas na natureza eles comem elefantes marinhos no café da manhã. Fique entre um destes e sua cria e facilmente ele poderá arrancar sua cabeça com apenas um golpe de sua pata gigante.

7 - Elefante

Nem todos os elefantes são amigáveis como o Dumbo. Elefantes matam mais do que 500 pessoas por ano no mundo. Elefantes africanos geralmente pesam mais do que 7 toneladas, sem mencionar suas presas afiadas.

6 - Crocodilo australiano de água salgada

Não confunda este crocodilo com um tronco! Ele pode ficar parado na água aguardando por passantes. Então, em um piscar de olhos, irá estocar a presa, puxá-la para baixo d´água para afogá-la e desmembrá-la.

5 - Leão Africano

Presas gigantes? Sim. Ataque instantâneo? Também. Garras afiadas como lâminas? Pode apostar. Faminto? Para o seu bem é melhor que não. Esses gatos tamanho família são praticamente os caçadores perfeitos.

4 - Tubarão Branco

O sangue na água pode excitar estes tubarões a um frenesi de fome, onde eles usarão todos os seus três mil dentes para morder qualquer coisa que se mova.

3 - Cubomedusas Australianas

Também conhecido como vespa do mar, esta tigela de salada pode chegar a ter até 60 tentáculos com 4,7 metros cada. Cada tentáculo possui cinco mil células espinhosas com toxina suficiente para matar 60 humanos.

2 - Cobras Naja

Elas não tem o título de cobras mais venenosas, mas fazem o máximo que podem com o que têm. De todas as 50 mil mortes por mordidas de cobras por ano, as cobras Naja (ou cobras-capelo) são responsáveis pela maior parte.

1 - Mosquito

A maioria de suas picadas apenas te dão coceira. Mas alguns mosquitos podem carregar e transmitir parasitas causadores da malária ou dengue. Como resultado estas pequenas pestes são responsáveis pela morte de mais de dois milhões de pessoas por ano.

Fonte: LiveScience

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Tudo Sobre Agility

Se você pensa que o único esporte que pode praticar com seu cão é aquela caminhada no parque ou à beira da praia, ainda não conhece o agility.


O agility é uma das atividades mais agradáveis que você pode praticar com seu fiel companheiro. Baseado em provas hípicas, foi criado em 1978, na Inglaterra, vem sendo praticado em países da Europa e nos Estados Unidos por milhares de cães e seus donos.

No Brasil, a primeira competição aconteceu em 1997, apenas alguns anos após as primeiras demonstrações deste esporte.

O que é?

É, primeiramente, uma atividade realizada em dupla: o cão e seu proprietário. Consta de uma série de obstáculos (como túneis e passarelas) que devem ser superados pelo cão na seqüência determinada por seu condutor (o proprietário, na maioria das vezes). Um verdadeiro trabalho em equipe, já que bons resultados dependem de um perfeito entrosamento entre cão e homem.

As competições funcionam da seguinte forma: diante de percurso desconhecido, o cão segue os comandos de seu dono e passa por todos os obstáculos na seqüência, dentro do tempo máximo determinado pelo juiz da prova. Quanto menor o número de faltas ao longo do percurso, melhor a pontuação da dupla.

Por isso, é necessária toda atenção do cão e do dono. Se o cão vira a cabeça em direção ao dono, por exemplo, a dupla pode perder segundos preciosos, além de demonstrar falha na comunicação entre os dois. Os gestos do condutor devem ser sempre claros e precisos, podendo ser acompanhados de comandos verbais, mas nunca de recompensas (afagos ou petiscos). Durante a competição, o cão não pode portar coleira nem guia, até mesmo por uma questão de segurança.

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Ave também consegue se reconhecer no espelho, mostra pesquisa alemã

Trabalho foi feito com pegas, 'primas' dos corvos e das gralhas que vivem na Europa. Bichos tentavam retirar marca amarela das penas após enxergar seu próprio reflexo.

Um clube seleto, cujos associados se resumiam a poucos mamíferos altamente sociáveis e de cérebro avantajado, acaba de ser invadido por uma ave. Um trio de pesquisadores da Alemanha demonstrou que a pega-européia (Pica pica), prima das gralhas e dos corvos, também consegue se reconhecer no espelho. A capacidade, considerada um dos embriões da autoconsciência tão prezadas pelos seres humanos, comprova de vez a elevada inteligência dos corvídeos, como são conhecidos esses pássaros.

A pesquisa, publicada na revista científica de acesso livre "PLoS Biology", foi conduzida por Helmut Prior, da Universidade Goethe, e Ariane Schwarz e Onur Güntürkün, da Universidade do Ruhr em Bochum. Os três observaram o comportamento de cinco pegas criadas em laboratório, conhecidas como Gerti, Goldie, Schatzi, Lilly e Harvey.

Até hoje, a capacidade de se reconhecer no espelho havia sido demonstrada apenas entre grandes macacos (chimpanzés, bonobos e orangotangos), golfinhos e elefantes. O consenso entre os especialistas em comportamento animal -- ou etólogos, como são chamados -- é que, para ser capaz desse feito, a espécie em questão deve possuir um bom grau de empatia e de consciência social. Isso porque, ao entender com clareza a diferença entre si mesmo e o outro, um indivíduo automaticamente conseguiria criar uma autoimagem a ser reconhecida no espelho.

Marquinha

Testar esse tipo de capacidade não poderia ser mais simples. O primeiro passo, lógico, é colocar os bichos frente a frente com seu reflexo. Mas o teste definitivo envolve a colocação de uma marquinha artificial, preferencialmente de cor forte, no corpo do animal, num local que só pode ser visto com a ajuda do espelho. Se ele tentar tocar a "pinta" ou procurar retirá-la, é sinal de que conseguiu relacionar a presença da marca colorida com o seu próprio corpo. (Em chimpanzés, o mais usual é pintar o bicho com batom.)

No caso das pegas, os pesquisadores alemães usaram "pintas falsas" de cor amarela, não sem antes ver como os bichos reagiam ao espelho. Três deles mostraram estar começando a se reconhecer, indo para a frente e para a trás, agindo com curiosidade, diante da imagem, enquanto outros dois tentaram atacar ou até cortejar o "outro pássaro". (Entre chimpanzés, também não são todos os indivíduos que entendem a brincadeira.) E, finalmente, duas pegas também usaram o bico e as patinhas para tentar arrancar a falsa pinta.

Os pesquisadores sugerem que essa capacidade rara surgiu entre os corvídeos graças, acredite ou não, à necessidade de ficar um passo à frente dos ladrões. É que as pegas costumam guardar comida em lugares específicos para consumo posterior, ficando sempre de olho nos companheiros de espécies que viram a "estocagem" e poderiam roubá-las. Isso teria turbinado sua capacidade de assumir perspectivas e ter empatia -- justamente o necessário para se reconhecer no espelho.

Fonte: G1

terça-feira, 26 de agosto de 2008

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Golfinho selvagem ensina companheiros a andar na água

Cientistas acham que grupo pode ter desenvolvido hábito cultural.

Um golfinho selvagem está, aparentemente, ensinando seus companheiros a andar com a cauda, um comportamento normalmente apenas visto em animais que passaram por treinamento em cativeiro.

O grupo de golfinhos que andam com suas caudas foi visto na costa do sul da Austrália, perto de Adelaide.

Um deles, a fêmea Billie, passou algumas semanas em um local onde golfinhos são criados e adestrados 20 anos atrás, depois de ficar doente, e pode ter aprendido o truque no local.

Billie não recebeu treinamento no local, mas pode ter aprendido a se movimentar se apoiando sobre a cauda ao observar outros animais.

Agora, outras fêmeas do grupo também praticam o truque, raramente visto entre animais selvagens, e a dedução é que elas tenham aprendido com Billie.

Um dos cientistas envolvidos no projeto, Mike Bossley, da Whale and Dolphin Conservation Society (WDCS), Sociedade de Conservação de Baleias e Golfinhos em tradução livre, disse que o grupo ainda não conseguiu descobrir exatamente por que os animais têm esse hábito, mas que estão sendo feitas observações sistemáticas para determinar o que pode ter provocado o comportamento.

"Isso indica que eles aprendem um com os outros, o que não é uma surpresa, mas também parece demonstrar que eles exibem elementos do que, entre humanos, chamaríamos de um comportamento cultural", disse Bossley.

"Esse comportamento cultural é desenvolvido em grupos e passado entre os indivíduos, acabando por definir esses grupos, e inclui uma forma de linguagem ou dança. E parece que esses golfinhos podem ter desenvolvido o hábito de andar com a cauda como um comportamento cultural", completou.

A transmissão "cultural" de idéias e conhecimentos já foi documentada em macacos, e golfinhos do oeste da Austrália são conhecidos por ensinar os mais jovens a usar esponjas para coletar comida.

Fonte: Plugpet News

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

O que é um animal silvestre?

Você sabia que o Brasil é um dos países do mundo que mais exporta animais silvestres ilegalmente? É um negócio que movimenta mais de 1 bilhão de dólares e comercializa cerca de 12 milhões de animais anualmente. Uma das maiores ameaças à natureza.

Para ajudar você a saber mais sobre o assunto, o WWF-Brasil elaborou as questões abaixo. Leia e colabore nessa luta pela salvação da fauna brasileira.

O que é um animal silvestre?
Animal silvestre não é o doméstico. O doméstico já está acostumado a viver perto das pessoas, como os gatos, cachorros, galinhas e porcos, entre outros. Já o animal silvestre foi tirado da natureza e reage à presença do ser humano. Por essa razão, tem dificuldades para crescer e se reproduzir em cativeiro. O papagaio, a arara, o mico e o jabuti, ao contrário do que muitos pensam, são animais silvestres.

O que é o tráfico de animais silvestres?
Tráfico é o comércio ilegal. Traficar animais significa capturá-los na natureza, prendê-los e vendê-los com o objetivo de ganhar dinheiro. Se participamos disso, estamos contribuindo para o tráfico de animais. Acredita-se que o comércio ilegal de animais movimente cerca de 10 bilhões de dólares por ano em todo o mundo. Só o tráfico de drogas e armas é maior.

O que o tráfico de animais silvestres tem a ver comigo?
Todos os seres vivos dependem da natureza para sobreviver, pois é dela que obtemos desde alimentos até remédios. Os animais são parte fundamental da cadeia. Se forem extintos ou se tornarem raros, comprometem todo o equilíbrio da natureza.

Qual a participação do Brasil no tráfico internacional de animais?
Há uma relação entre o tráfico nacional e o internacional: o Brasil possui um grande comércio interno de animais, que sustenta os traficantes que agem no país e servem como intermediários para os traficantes internacionais. Se o tráfico interno diminuir, o número de animais brasileiros levados para o exterior também será menor.

Quais são as principais rotas do tráfico de animais no Brasil?
A maioria dos animais silvestres é capturada nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Mas a principal rota de transporte desses animais está no sentido da região Nordeste para a Sudeste. Há verdadeiras redes organizadas para enganar a fiscalização existente nas principais rodovias do país. Essas redes agem de forma que os animais sejam transportados por até 3.000 quilômetros de distância sem que os traficantes sejam descobertos. A maior parte do público consumidor está no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Como os animais são transportados até as feiras para serem vendidos?
Os meios de transporte mais usados pelos traficantes são caminhões, ônibus interestaduais e carros particulares. Os animais são transportados nas piores condições possíveis. São escondidos em fundos de malas ou caixotes, sem ventilação, e ficam vários dias sem comer e sem beber. Resultado: de cada 10 animais capturados, nove morrem no caminho e um chega às mãos dos compradores.
Você sabia que os traficantes mutilam os animais?
Alguns traficantes costumam rodar os micos pelo rabo para que eles fiquem tontos e passem ao comprador a imagem de que são animais mansos. Muitos cegam os pássaros e cortam as suas asas para que eles não fujam e arrancam os dentes e serram as garras dos animais para que eles se tornem menos perigosos.

Quais são os animais mais vendidos?
O papagaio é a ave mais vendida no Brasil e no exterior. Depois dele vêm as araras, os periquitos, micos, tartarugas e tucanos.

Por que (mesmo tratando bem) não devemos ter animais silvestres em casa?
Cuidar de animais silvestres em casa pode parecer uma forma de amar a natureza, mas não é. Lugar de bicho é em seu habitat natural, e não nas cidades. Quem realmente gosta dos animais vai querer que eles fiquem onde se sintam mais felizes.

Por que comprar bichos é ilegal?
Ter animais silvestres como bichos de estimação é ilegal conforme a Lei de Crimes Ambientais, nº 9.605 / 98. Ela proíbe a utilização, perseguição, destruição e caça de animais silvestres e prevê pena de prisão de seis meses a um ano, além de multa para quem a desrespeitar.

O que fazer ao encontrar alguém vendendo animais silvestres?
Primeiro, certifique-se de que os animais que estão sendo vendidos são silvestres e pertencem à fauna brasileira. O Segundo passo é fazer a denúncia.

Quais são os problemas de quem cria animais em casa?
Ser dono de animal silvestre não é uma atividade muito segura. Entre os principais problemas estão o risco de ataques e a transmissão de doenças como a malária, a febre amarela e várias viroses desconhecidas.

Quais são os problemas para os animais que são criados em casa?
Ele pode perder a sua identidade. Pode sofrer de solidão e ter dificuldades para se reproduzir. Também sofre porque fica em espaço físico reduzido, come alimentos inapropriados e pode pegar doenças que nos seres humanos têm pouca gravidade (gripe, herpes etc), mas que podem ser fatais para os animais.

Fonte: WWF

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Diversos vídeos engraçados



Sempre é engraçado ver esses tipos de vídeos, por mais batidos que sejam!

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

PRF apreende animais 'sumidos' de circo no DF

Cinco elefantes e um rinoceronte do circo “Le Cirque” foram apreendidos pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Mato Grosso do Sul, na BR-163, em São Gabriel do Oeste e em Jaraguari.

Os animais já haviam sido recolhidos pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) na última terça-feira (12), mas a Justiça permitiu que os bichos voltassem ao circo.

No sábado (16), a Polícia Civil do Distrito Federal voltou ao circo para recolher mais uma vez animais que, de acordo com denúncias, são maltratados. Quando os agentes chegaram ao local, no entanto, os bichos haviam sumido.


Recuperação

A primeira apreensão ocorreu na tarde desta segunda-feira (18), quando foram encontrados quatro elefantes. A segunda, logo em seguida, a polícia apreendeu mais um elefante e um rinoceronte. As três carretas foram escoltadas e enviadas para a Polícia Montada Militar.

O "Le Cirque" estava em Brasília desde a semana passada, mas não pode se apresentar depois que o Ibama constatou maus-tratos aos animais, após vistoria. O instituto recorreu ao Tribunal de Justiça de Brasília ( Terceira Vara Criminal da Circunscrição Especial Judiciária de Brasília ) e garantiu um mandado de busca e apreensão, para retirada de 14 animais, entre eles, um hipópotamo e um rinoceronte branco.

O advogado da companhia, Luiz Sabóia, disse ter orientado os donos da empresa a retirar os animais de Brasília para pedir à administração um alvará para que o circo pudesse se apresentar sem os bichos.

Segundo o delegado adjunto da Delegacia de Meio Ambiente (Dema), Rário Temporim, o inquérito policial para apurar maus-tratos de animais, com base no Artigo 32 da Lei de Crimes Ambientais, que vinha tramitando na Dema, agora transformou-se em processo criminal.

Fonte: G1

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Idoso é atacado por 3 pitbulls

RIO - O sábado era para ser de comemoração para o alfaiate Miguel Amorim Filho e sua família. Aos 72 anos, ele acabara de fazer exames e descobrir que sua saúde estava perfeita. Por isso, além do pão, naquela manhã ele compraria também um bolo. Mas a caminho da padaria, no Jardim América, sua alegria se transformou em tragédia. O idoso foi atacado na rua por três pitbulls que fugiram da casa de um vizinho, e agora está internado na UTI do Hospital Getúlio Vargas.

Segundo uma das filhas de Miguel, Ana Paula Amorim, os médicos tiveram que reconstituir o pescoço e a traquéia do idoso, que respira por uma traqueostomia (um tubo inserido na garganta). Ele também perdeu parte da orelha direita e teve a mão esquerda bastante ferida, o que pode impossibilitá-lo de voltar a trabalhar. Apesar da idade, Miguel ainda sustentava a família com sua alfaiataria.

Mulher escapou

O ataque dos cães aconteceu por volta das 7h30m, na Rua Pedro da Veiga. Antes de os pitbulls se voltarem contra Miguel, eles quase fizeram outra vítima, a vendedora de cosméticos Euziléia de Fátima Ribeiro dos Santos, de 50 anos. Quando viu os animais soltos na rua, ela conseguiu correr de volta para casa, onde ouviu, segundos depois, os gritos de socorro do vizinho.

- Eu vi os três cães saindo pelo portão da garagem da casa e vindo em minha direção. Corri e entrei no terreno de casa, mas os animais tentaram forçar meu portão. Eu consegui colocar o cadeado no portão e entrei pela porta da casa. Quando já estava lá dentro, ouvi os gritos de seu Miguel - contou Euziléia.

O modelador Petrônio Alexandre Alves, de 56 anos, ouviu os gritos em frente a sua casa e ainda tentou puxar um dos cães de cima do idoso. Sem conseguir, foi buscar uma faca para matar os animais, mas contou que os donos dos cães chegaram antes e conseguiram contê-los. Miguel foi levado ao hospital por outros vizinhos ( clique aqui e ouça o relato do Sr.Petrônio ).

Dono diz que tem apenas um cachorro 'dócil e calmo'

Enquanto parentes e vizinhos socorriam seu Miguel, uma equipe da Polícia Militar foi ao local e levou apenas o dono dos cães para registrar o incidente na 38 DP (Irajá). Na delegacia, Ricardo da Conceição Silva disse que tem apenas um pitbull.

O dono do cão declarou que comprou o animal há quatro anos, para agradar ao filho que sofre de epilepsia. Afirmou que o pitbull é "calmo e dócil", mas, contraditoriamente, que serve também para a segurança da casa. No depoimento do PM que levou Ricardo à delegacia, não há qualquer citação à gravidade dos ferimentos do idoso.

O caso foi registrado como lesão corporal culposa e omissão de cautela na guarda de animais. O delegado Alexandre Braga determinou que testemunhas do ocorrido sejam ouvidas. O fato deverá ser encaminhado para o Juizado Especial Criminal.

Esta não teria sido a primeira vez que os pitbulls escaparam para a rua. A servidora pública Marinete Canejo, de 54 anos, contou que, em duas ocasiões anteriores, os cachorros quase morderam outras pessoas. Ontem, vizinhos contaram que os três pitbulls foram retirados da casa de Ricardo. A repórter tentou falar com Ricardo, mas não o encontrou em casa.

Fonte: Extra Online

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Ibama acusa circo em Brasília de sumir com animais

O circo Le Cirque retirou de Brasília os animais que, na noite de sexta-feira, a Justiça autorizou apreender, segundo informações do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Policiais da Delegacia Especial de Meio Ambiente (Dema) e o Ibama foram até o circo na manhã de sábado para cumprir mandado judicial de busca e apreensão concedido pela 3.ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal.

Ao chegarem ao circo, inspecionaram os recintos e constataram que os animais não estavam mais no local. Na manifestação em frente ao Congresso na tarde de sexta, integrantes do circo ainda exibiam elefante que participava dos espetáculos. Na operação conjunta da Dema e do Ibama, que contou ainda com participação do Zoológico, do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil, Patrícia Cristina Amorim, que se identificou como moradora do circo e estava no trailer do dono do Le Cirque, recebeu cópia do mandado judicial de busca e apreensão.

Além do mandado judicial da 3.ª Vara Criminal, o circo teve outras duas derrotas judiciais no início da noite de sexta. O Tribunal Regional Federal da 1.ª Região deferiu pedidos do Ibama para manter o termo de embargo e interdição do circo por falta de autorização ambiental de funcionamento e suspender a liminar que impedia o instituto de apreender os animais, alvos de maus-tratos no Le Cirque.

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Yorkshire Terrier

Origem: Inglaterra

Porte: P

Função: Muitos o usam como cão de alarme, função na qual é extremamente eficiente. É também companhia por excelência.

Personalidade: Ele é inteligente, obediente, vibrante, carinhoso, divertido e brincalhão. Dócil com os donos, pouco tolerante com outros cães.

História: Originário da Grã-Bretanha, o Yorkshire Terrier, ou yorkie (como o Yorkshire é carinhosamente chamado), vem de uma mistura de diferentes terriers, tradicionais na arte da caça em tocas. A princípio, o yorkie foi chamado de Terrier Escocês e, logo em seguida, de Terrier Escocês Anão de Pêlo Longo. Somente depois de vários anos, por volta de 1870, é que foi adotado o seu nome atual, em homenagem à região de sua origem.

Saúde: Um cuidado especial deve ser tomado pelos donos e futuros donos de Yorks: nunca adquirir exemplares de pais muito pequenos, uma vez que estes são considerados mais “agitados” e excessivamente excitáveis além de serem mais propensos a terem problemas de saúde. Por isso, considere sempre o padrão da raça, que estabelece como peso ideal 3 Kg. Infelizmente, a procura por exemplares pequenos criou termos oficialmente inexistentes, como “micro” ou “zero”, por isso, todo cuidado é pouco na hora de adquirir um filhote. Fechamento tardio da moleira, hérnia, dentição dupla e luxação patelar (deixa o cão manco) são problemas comuns dessa raça. Deve-se evitar o cruzamento de cães com a doença. Fêmeas podem apresentar dificuldades no parto, exigindo acompanhamento constante de um veterinário.

Atividades: Sua atividade espontânea é considerada baixa.

Pelagem: O pelo é lustroso, fino e leve. O pêlo cai perfeitamente reto, repartido por uma linha que se estende da trufa à extremidade da cauda, de maneira igual para cada lado. Cor Azul-escura uniforme do pescoço à ponta da cauda, com tons castanho-amarelado no focinho, base das orelhas, laterais da cabeça, tórax e partes inferiores das patas. O filhote nasce praticamente todo preto e só atingirá a sua cor padrão por volta dos 12 aos 18 meses de idade.

Wolfhound Irlandês

Origem: Iranda

Porte: G

Função: Ótimo companheiro. É ainda muito utilizado na caça ao cervo, ao javalí, ao lobo, e ao coiote, onde esse tipo de caça não é proibido. Ainda utiliza-se esse cão como guarda

Personalidade: É muito inteligente, mais reflexivo que vivaz, e muito hábil. De índole amável e de grande bondade e generosidade. Muito paciente com todos e, em particular, com as crianças. Valente, enérgico, não é de natureza mordedora: limita-se a latir e a observar o intruso até que chegue o dono. Entretanto, se é adestrado para o ataque, pode ser perigosíssimo, porque a sua extraordinária força permite-lhe chegar a matar um homem. Devido ao seu porte, precisa ser adestrado desde pequeno.

História: Acredita-se que as origens desta raça datam de 1863, quando um tal capitão Graham cruzou o deerhound com o alano alemão. Outros consideram, pelo contrário, que as suas origens são muito remotas, já que pareceria certo que na Irlanda existiram antigamente cães lutadores de grande tamanho e estatura, dotados de excepcional força muscular. O naturalista E.C. Ash não crê que a raça tenha uma origem anterior ao século XIV: refere-se a cães irlandeses de grande volume, mas diz que teriam sido simplesmente grandes dinamarqueses, mastins e greyhounds.

Saúde: Raramente adoece, sendo um cão extremamente rústico, não apresenta problemas genéticos específicos. Aconselha-se levar o cão ao um bom veterinário periodicamente para prevenir qualquer tipo de problema e saber todos os cuidados necessários.

Atividades: Precisam de espaço para exercitarem sua musculatura e praticarem suas acirridas corridas desenfreadas. Não é aconselhável tê-lo na cidade. Mas, para estar junto ao dono adapta-se a todos os ambientes, embora a falta de liberdade e espaço possa influir na sua saúde e caráter.

Pelagem: Áspera, mediamente curta e dura no corpo, nos pés e na cabeça. Especialmente encaracolado sobre os olhos.

Whippet

Origem: Grã- Bretanha

Porte: M

Função: Excelente cão de companhia.

Personalidade: Sempre agitado e brincalhão. Tem capacidade de aprender por observação e associação. É muito limpo, praticamente sem cheiro. São muito velozes, podendo atingir 65 km/h, porém são quietos e bem comportados dentro de casa. Whippets se adaptam facilmente, se relacionam bem com crianças, com outros cães e até mesmo gatos.

História: O Whippet é uma raça relativamente recente, mas sua origem é bastante controversa. Muitas teorias sustentam que a raça teve sua origem bem antes, baseando-se em pinturas e artefatos que trazem como decoração a figura de cães muito semelhantes ao Whippet. No entanto, a teoria mais aceita atualmente é de que o Whippet tenha surgido mesmo no século XIX, a partir do acasalamento de Greyhounds com cães Terriers com o objetivo de produzir um cão especialista na caça à lebres e coelhos e que ao mesmo tempo fosse rápido o bastante na caça dos ratos.

Saúde: Apesar de sua aparência “frágil”, é um cão muito forte e resistente e, uma vez que receba alimentação adequada e exercícios freqüentes, dificilmente terá problemas graves de saúde. Devido à baixa taxa de gordura no corpo, deve-se ter cuidado redobrado com eles no inverno, evitando que durmam expostos ao frio.

Atividades: O seu aspecto frágil lhe dá agilidade necessária para correr a altas velocidades quando solto ao ar livre. Sua constituição física faz dele um excelente companheiro para caminhadas e um exímio praticante de esportes que requerem velocidade e agilidade como agility e flyball.

Pelagem: Curto, liso e firme na textura. Não requer cuidados específicos.

West Highland Terrier

Origem: Grã-Bretanha

Porte: P

Função: Atualmente, sua popularidade como um adorável cão de companhia é crescente. Sem esquecer, é claro, da sua característica inicial: é um exímio caçador.

Personalidade: Carinhoso e brincalhão, adora brincar com as crianças. É corajoso, alerta, alegre e auto confiante. Independente, mas afetuoso, são também muito sociáveis com humanos e com outros cães.

História: Originários das regiões altas da Escócia. É muito provável que o West Highland White Terrier, assim como os demais terriers da Escócia (Scotthish, Cairn e Dandie Diarnont), sejam descendentes do mesmo tronco. Nas suas origens, ele era um cão de trabalho. Foi muito utilizado na guarda de rebanhos e no combate de pequenos predadores que atacavam as lavouras. A princípio os criadores estavam preocupados apenas em preservar a coragem deste pequeno terrier. Só no começo do século surgiu o interesse pelo aprimoramento da raça. Até o século XIX os primitivos Westies, Scottishes e Cairn nasciam em uma mesma ninhada. Foi então que um Coronel chamado Malcom de Poltalloch decidiu criar uma raça de caça mais fácil de ser visualizado, e criou selecionadamente apenas os exemplares brancos. Em 1904, o West Highland White Terrier participou de sua primeira exposição, em Edburgo, na Escócia. Porém com a Primeira Guerra Mundial a raça quase se extinguiu. Mas o pequeno cãozinho branco conseguiu resistir a crise. Atualmente a Inglaterra lidera a criação mundial, seguida dos USA e Canadá. Assim o Westie foi ganhando status de raça própria até ser oficialmente reconhecido como tal em 1917 na Inglaterra. No Brasil a raça foi introduzida na década de 70, mas ainda é rara no pais.

Saúde: A raça é sujeita a algumas doenças como Hipotiroidismo, caracterizado pelo mau funcionamento da glândula tireóide, reduzindo a produção de hormônios. Dermatites - Causadas por alérgenos dos mais variados, pois a pele de animais de coloração branca tende a ser mais sensível do que a pele de animais de pelagem escura. Dermatites atópicas por inalantes, dermatites de contato com irritantes, como desinfetantes, picadas de pulgas e carrapatos. A pelagem branca do Westie exige alguns cuidados. O pêlo não costuma dar muitos nós, e a tosa profissional só é necessária a cada 2 meses. A maioria dos criadores diz que uma escovação semanal com talco é suficiente para manter o cachorro livre de mau cheiro e de sujeira.

Atividades: Estes pequenos são bastante ativos e adoram caminhar, mas se você não puder andar com ele todos os dias, o Westie vai dar um jeito de se exercitar, mesmo que seja andando de um lado para o outro dentro de casa.

Pelagem: A pelagem é dupla, dura e reta com aproximadamente 5 cm, mais curtas nos ombros e pescoço e a cor é sempre o branco.

Liminar obriga Ibama a devolver animais ao Le Cirque

Após transferência para santuário de grandes primatas, em São Paulo, Ibama terá de devolver a circo dois macacos que sofreram maus-tratos, segundo determinação da Justiça. Órgão vai recorrer da decisão

A queda-de-braço pelos animais do Le Cirque — que funciona no estacionamento do Estádio Mané Garrincha — continua.

Após a operação do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) para a retirada de bichos do circo, onde o órgão encontrou uma série de evidências de maus-tratos, dois chimpanzés e um hipopótamo foram levados ao Jardim Zoológico de Brasília na manhã dessa terça (12/08).

Fonte: Correio Brasiliense

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Welsh Terrier

Origem: Grã Bretanha

Porte: P

Função: Nos dias de hoje ele é usado na caça de lontras, texugos, raposas exatamente da mesma maneira que antigamente no seu país de origem, Gales. Bom cão de companhia e trabalho.

Personalidade: Afetuoso, obediente e facilmente controlado. Alegre e volátil, raramente tímido. Corajoso, mas definitivamente não-agressivo, apesar de ser sempre capaz de enfrentar qualquer situação. O Welsh Terrier é amigável, extrovertido tanto com pessoas como com outros cães, sempre espirituoso hábil. Tende a ser curioso e enérgico e adora a companhia de crianças

História: Observando antigas pinturas e gravuras onde os primeiros terriers são retratados, podemos concluir que o Welsh Terrier é uma raça bastante antiga. No passado esses cães eram conhecidos como Velho Terrier Inglês ou Terrier Preto e Dourado de Pêlo Duro. Até hoje, a cor dos Welshs é a mesma dos cães de mais de 100 anos atrás. Mesmo nos outros aspectos físicos sua mudança foi insignificante. Nos dias de hoje ele é usado na caça de lontras, texugos, raposas exatamente da mesma maneira que antigamente no seu país de origem, Gales. Apesar de bom caçador, ele não é briguento e é muito fácil de ser manejado. Os Welsh Terriers foram levados para a América (Estados Unidos) por Prescott Lawrence em 1888. Ele importou um macho e uma fêmea e os apresentou no Madison Square Garden na Miscellaneous Class (grupo ainda não definido).

Saúde: Algumas linhagens costumam ter problemas de pele e olhos.

Atividades: O Welsh Terrier é um cão incansável. Está sempre pronto para brincar com bola, correr e saltar obstáculos em áreas espaçosas. Mas aceita bem se o dono não estiver disponibilizando todas essas atividades. Adapta-se facilmente em pequenos ambientes. Adora perseguir coisas, por isso não deve ser solto em áreas abertas - a menos que seja um cão bem treinado.

Pelagem: Pêlo de arame, duro, fechado e abundante. Pelagem única (sem subpêlo) é indesejável. As cores são: preto e castanho, de preferência, ou preto e cinza com castanho, sem pincelado de preto nos dedos.

Welsh Corgi Pembroke

Origem: País de Gales, Grã-Bretanha.

Porte: P

Função: Sua função inicial é pastor de gado. Atualmente, apreciado como cão de companhia e um guardião doméstico.

Personalidade: É esperto, ativo e muito apegado ao dono. Muito agradável e afetuoso. Ótimo com crianças, mas tomando cuidado com certos tipos de brincadeiras que acabam provocando o cão.

História: Acredita-se que a raça tenha surgido no século XII, onde prestava auxílio essencial no pastoreio para os proprietários de fazendas. Provavelmente o Welsh Corgi Pembroke partilha as mesmas raízes com o Welsh Corgi Cardigan, mas a raça foi desenvolvida separadamente, em Pembrokeshire. O Welsh Corgi Pembroke acabou ganhando popularidade na Inglaterra, onde se tornou a raça preferida de George VI e Elizabeth II.

Saúde: O Welsh Cardigan Pembroke está propenso a problemas nos discos intervertebrais. A Displasia coxo-femural também é comum e caracteríza-se pela alteração física na articulação entre o fêmur e a bacia do cão (de caráter hereditário), causando problemas de locomoção, dor e incômodo ao animal. Deve-se tomar cuidado para não confundir a displasia coxo-femural com a miolopatia degenerativa, também caracterizada por dificuldades de locomoção.

Atividades: Possui um alto níver de energia. A duração dos exercícios físicos são de aproximadamente 30 minutos diários.

Pelagem: Pêlo curto, grosso, com uma epiderme resistente a mudança de tempo com um revestimento mais grosso e mais longo por fora.

Welsh Corgi Cardigan

Origem: América do Norte

Porte: P

Função: Hoje é famoso sobretudo como boiadeiro, além de ser cão guardião e de companhia.

Personalidade: É um cão divertido e um devotado companheiro. A raça tende a ser reservada com estranhos e outros cães. O Welsh Corgi Cardigan é um belo e poderoso cão, além de ser ágil e resistente.

História: É dificil saber ao certo a origem dessa raça. Supõe-se que eram criados pelos celtas há uns três mil anos e que pertencem ao mesmo antepassado que deu origem aos bassets alemães. Os celtas que o levaram a Inglaterra apreciavam muitos seus dotes de inteligência e vigilância, o admitiam nas casas, e o utilizavam para a caçada. Com o correr dos anos, as características originais da raça modificaram-se e reforçaram-se através de cruzamentos com outros cães britânicos. Somente muito mais tarde, mas de todos os modos há séculos, o cardigan começou a ocupar-se de rebanhos;

Saúde: O Welsh Corgi Cardigan pode apresentar as seguintes doenças: Displasia coxo-femural, que é uma alteração física de caráter hereditário na articulação entre o fêmur e a bacia do cão, que causa problemas de locomoção, dor e incômodo ao animal. Deve-se tomar cuidado para não confundir a displasia coxo-femural com a miolopatia degenerativa, também caracterizada por dificuldades de locomoção. A Atrofia progressiva da retina representa a perda gradativa da visão, que acontece a partir dos primeiros seis meses de idade e para a qual não existe tratamento. Caracterizada pela degeneração progressiva da retina, pode levar à cegueira.

Atividades: Gosta de brincadeiras e de muita atividade, apesar de seu pequeno porte.

Pelagem: Pelos ligeiramente ásperos na textura,nunca fica armado. - Comprimento médio, densa, jamais dura ou sedosa. Necessita de escovação semanalmente para a retirada de pêlos mortos.

Weimaraner

Origem: Alemanha

Porte: G

Função: Usados inicialmente para caçar grandes animais, como ursos, lobos e felinos, nos dias de hoje sua principal função é fazer companhia aos seres humanos. Por sua inteligência e docilidade ganhou muitas outras funções, como cão farejador de drogas e de resgate.

Personalidade: Temperamento amigável e obediente. Possui um excelente faro. É elegante e muito gracioso. Resistente e rústico como convém a um bom caçador.

História: Embora não haja registos sobre a origem desta raça, esta aparece já em algumas pinturas do século XVII. É certo que, no início do século XIX, foi apurado e criado na corte do duque de Weimar na Alemanha, onde era usado como cão de faro.

Saúde: O Weimaraner, como um cão de grande porte, está sujeito à displasia coxo-femural, uma alteração física de caráter hereditário na articulação entre o fêmur e a bacia do cão, que causa problemas de locomoção, dor e incômodo ao animal. A Doença auto-imune (relacionada com alguns exemplares em casos de estresse acentuado) também é comum. Osteodistrofia hipertrófica pode ocorrer em cães em torno dos 4 a 8 meses de idade e chega a ser fatal em alguns casos. Os sintomas são febre, letargia e dificuldade de locomoção. Acredita-se que elevados níveis proteicos na alimentação possam estar relacionados ao surgimento desta síndrome.

Atividades: Cão muito ativo, com alto nível de energia. Precisa de um área espacosa

Pelagem: Curta, lisa e brilhante, com cores solidas.

Vizsla

Origem: Hungria

Porte: M

Função: É um cão de companhia e possui qualidades tanto de retriever como de pointer. De faro muito aguçado, se desenvolveu num local de clima apropriado e com abundância de caça.

Personalidade: São cães sensíveis, devotados quando tratados com delicadeza e atenção. Adora todos e não discrimina aqueles que demonstram afeto. Versátil e ativo. É companheiro e fiel ao proprietário. Sendo uma raça com aptidão para a caça, deve ser socializado pois costuma caçar presas menores do que ele. Muito obediente e apegado ao dono, vai obter um melhor desempenho no adestramento se este for conduzido pelo próprio proprietário.

História: Apesar de ser uma raça bastante antiga, sendo considerada parte integrante da história do povo húngaro, o Vizsla só começou a ganhar popularidade no ocidente e Estados Unidos nos anos sessenta, ganhando rapidamente uma excelente reputação como cão de mostra. Segundo historiadores, os magiares, povo nômade composto basicamente de caçadores e cavaleiros, instalaram-se na região da Hungria em 836 e possuíam cães sabujos e galgos que seriam os ancestrais mais prováveis do atual Braco Húngaro ou Viszla como é conhecido. A pelagem amarelada seria uma herança de outro cão de caça que teria acompanhado os otomanos em 1562 e o Sloughi, galgo árabe utilizado pela aristocracia Magiar como cão de aves e que teria contribuído para a velocidade do Viszla. O termo Viszla só começou a ser empregado para designar os cães da raça a partir do século XVII. Com a crescente influência germânica na cultura do povo húngaro, o Viszla também foi afetado, sendo que acredita-se que o Braco alemão tenha sido introduzido na raça, agregando as qualidades de polivalência ao já versátil Braco Húngaro. Ainda segundo os historiadores, no final do século XIX, o VIszla, assim como todos os demais cães continentais, receberam contribuições do sangue do Pointer Inglês, que conferiu mais rapidez ao Braco Húngaro mas não interferiu no sistema de farejamento e recuperação da caça já exercida pelo Viszla, que se assemelha mais aos bracos. Ainda nos anos 30, surgiu, através da infusão do sangue do Braco Alemão de Pelo Duro, o Viszla de Pelo Duro, desenvolvido para atuar em condições mais difíceis em terrenos mais árduos e mais adaptado para busca de caça na água. Com a Segunda Guerra Mundial, a raça sofreu bastante e o plantel só começou a se reconstiuir nos anos 50, o que explica, em parte, sua chegada tardia aos Estados Unidos. No Brasil, a raça está presente, apesar de contar com um número reduzido de criadores e entusiastas.

Saúde: O Viszla é um cão bastante rústico com poucos problemas de saúde. Algumas linhagens apresentam maior predisposição para apresentar displasia coxo-femural. Por isso é importante adquiri cães cujos criadores realizam o controle de displasia do plantel. Atrofia ou Displasia da Retina, uma degeneração das células da retina. O Vizsla também pode apresentar hemofilia tipo A, deficiência do Fator 8, levando a sangramento excessivo.

Atividades: Versátil e ativo, o Vizsla é adequado para pessoas que tenham um perfil agitado e gostem de atividades ao ar livre. Sua constiuição física e grande resistência, faz com que possam acompanhar seus donos em caminhadas e corridas assim como atuar com desenvoltura em provas de agility.

Pelagem: A pelagem é lisa, macia, lustrosa e de cor castanho-arruivado. Necessita de escovação apenas para retirada de pêlos mortos.

Besouro Africano

Besouro africano expele jato de líquido tóxico para espantar formigas.

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Terrier Tibetano

Origem: Tibete

Porte: M

Função: É empregado até hoje como pastor de rebanhos no Tibete. É muito querido como vigia e cão de compnahia.

Personalidade: É muito alegre e carinhoso com seu proprietário, porém, convive melhor com os adultos do que com as crianças.

História: Como o nome revela este cão é oriundo do Tibet onde já eram criados pelos Lamas há 2.000 anos atrás nos monastérios. A raça é originária do “Vale Perdido” (o nome é resultado de um grande terremoto que isolou o local no século XIV), onde a crença dizia que eles traziam sorte para quem os possuísse. Em torno de 1920 uma médica indiana (Dra. Greig) foi presenteada com um desses cães por ter salvo a vida de um tibetano. Dra. Greig a partir daí passou a criar um grande número de cães da raça na Índia, muitos deles de ninhadas enviadas a ela por Sua Santidade o Dalai Lama, devido ao seu carinho pela raça. Quando Dra. Greig retornou à Inglaterra, ela estabeleceu o famoso Lamleh Kennel. O reconhecimento da raça na Índia se deu ainda na década de 1920 e na Inglaterra em 1937, quando foi apresentada em exposições em quase todo o mundo. Na verdade o Tibetan Terrier não é atualmente considerado um Terrier (ele não faz tocas na terra) e herdou esse nome por ter um tamanho associado com os dos terriers. O povo tibetano os chamavam de “Luck Bringers” ou “Holy Dogs”, algo como “talismãs” ou “cachorros da sorte”.

Saúde: O Terrier do Tibet pode apresentar as seguintes doenças: Atrofia progressiva da retina - perda gradativa da visão, que acontece a partir dos primeiros seis meses de idade e para a qual não existe tratamento. Caracterizada pela degeneração progressiva da retina, pode levar à cegueira. Luxação de patela - quadro em que ocorre um deslocamento da patela (osso correspondente ao nosso joelho). É muito dolorosa ao animal, mas costuma ter uma regressão espontânea. Em casos graves é necessário procedimento cirúrgico. O tratamento varia de descanso absoluto até reconstrução cirúrgica da articulação. Catarata - alteração do cristalino do globo ocular, que se torna opaco, diminuindo a capacidade visual do animal portador da doença.

Atividades: É um cão que necessita exercícios diários. Gosta de explorar o ambiente que o cerca

Pelagem: Terrier Tibetano tem a pelagem dupla: a exterior é profusa e fina, nem sedosa, nem lanosa, e o subpêlo é fino e lanoso. Há um abundante e longo chumaço de pêlos na cabeça cobrindo os olhos. Todas as cores e combinações de cores são aceitáveis. A única restrição é o fígado ou chocolate. Requer escovação semanal para evitar a formação de nós.

Terrier Irlandês

Origem: Irlanda

Porte: M

Função: É um animal caçador, capaz de perseguir e recolher a caça, tanto em terra como na água. Além disso, pode se tornar um adorável animal doméstico.

Personalidade: O Terrier Irlandês, ou Irish Terrier, é muito esperto, fiel e tem a característica de se adaptar bem a diferentes climas. Essa raça faz amizade fácil com as pessoas, porém, convive melhor com os adultos do que com as crianças. Fácil de treinar, porém um pouco teimoso. Deve ser treinado desde filhote.

História: A origem do Irish Terrier é muito discutida, mas evidentemente ele é um dos mais antigos terriers que se tem notícia. O primeiro registro de apresentação em exposições como raça oficialmente reconhecida data de antes de 1875 em Glasgow. A base de desenvolvimento do Irish surgiu de uma ninhada que foi resultado do acasalamento de dois cães campeões; a fêmea “Erin”, e o macho “Killney Boy”, que são considerados o “pai e mãe” da raça. Em 1880 o Irish Terrier já era a quarta mais popular raça na Inglaterra. Em 1889 uma nova regra estipulou que as orelhas não podiam mais ser cortadas e animais nascidos depois desta data só poderiam entrar em pista em exposições com as orelhas inteiras.

Saúde: São cães bem resistentes e saudáveis. Não estão propensos a nenhuma doença hereditária grave.

Atividades: Como é uma raça ativa de trabalho, esses cães necessitam de muito exercício físico. O Irish Terrier é um cão muito adaptável vivendo bem tanto no campo como em quintais ou apartamentos. Se for bem exercitado, será um cão bem comportado dentro de casa.

Pelagem: Tem pelagem dupla, de comprimento moderado, densa e dura. Barbicha moderada dão os únicos pêlos longos. Nos membros, os pêlos são mais curtos que no tronco. A cor é vermelho sólido brilhante, vermelho dourado, vermelho trigueiro e cor de trigo (do mogno ao palha). Requer escovação apenas para a retirada de pêlos mortos.

Terrier Australiano

Origem: Austrália

Porte: P

Função: Este cão caçava ratos e cobras, avisava sobre a chegada de estranhos e era um fiel companheiro. Hoje é um excelente animal doméstico, não só na cidade como no campo.

Personalidade: Ele é fiel, responsável, inteligente e muito afetivo com sua família. Fácil de lidar, sociável com todos e devotado ao dono.

História: Esta foi a primeira raça reconhecida e exposta na sua terra natal e também o primeiro cão australiano a ser reconhecido oficialmente em outros países. Em 1933 a raça foi reconhecida na Inglaterra e em 1960 foi a 114ª raça a adentrar no AKC (Kennel Clube Americano). É um dos menores terriers de trabalho e acredita-se que tenha sua origem num cão nativo conhecido como Terrier de Pêlo Duro, parente de um antigo cão escocês (não o atual Scottish Terrier) que vivia na Tasmânia desde 1880. Esses animais teriam sido cruzados com um número grande de terriers ingleses, produzindo um cão rápido, resistente, forte, valente e com pelagem resistente a água. Embora existam algumas divergências de opinião entre os especialistas quanto à composição exata de raça, há um consenso de que entre os formadores estão presentes o Dandie Dinmont, o Skye Yorkshire, o Black and Tan Terriers (hoje Manchester) e talvez o Cairn Terrier Irlandês.

Saúde: A Luxação de patela é uma doença comum a raça que é caracterizada por um deslocamento da patela (osso correspondente ao nosso joelho). É muito dolorosa ao animal, mas costuma ter uma regressão espontânea. Em casos graves é necessário procedimento cirúrgico. O tratamento varia de descanso absoluto até reconstrução cirúrgica da articulação.

Atividades: É um cão ativo e cheio de energia. Por isso não se adapta muito bem a ambientes pequenos como os apartamentos, exigindo um pouco mais de espaço para ser criado.

Pelagem: Sua pelagem é áspera, reta em torno de 5 cm de comprimento tendo o topete da cabeça é de textura mais fina. As cores são azul - preto ou prata - preto com marcação castanho ou areia na cabeça e pernas.

Terranova

Origem: Canadá

Porte: G

Função: Excelente guardião e defensor da família. É uma boa companhia para a família e para outros pets.

Personalidade: Muito inteligente, responsável e dócil.

História: O Terra-Nova ou Newfoundland, originário do noroeste do Canadá, descende de cães dos Piríneus levados para a Terra-Nova pelos pescadores de bacalhau Bascos. A sua origem remonta a 1700, quando os primeiros Terra-Nova eram de variedade Landseer : branco e preto. O Terra-Nova de cor preta que conhecemos hoje é provavelmente fruto de uma selecção rigorosa. Estes cães foram trazidos posteriormente para a Europa por outros pescadores de bacalhau, adquirindo uma certa popularidade. Esta popularidade alcançou o expoente máximo, quando a 1886, a raça foi oficialmente reconhecida pelo clube Inglês do Terra-Nova.

Saúde: O Terra Nova é um dos maiores cães dentre as raças caninas. As doenças mais comuns são: Displasia coxo-femural Alteração física de caráter hereditário na articulação entre o fêmur e a bacia do cão, que causa problemas de locomoção, dor e incômodo ao animal. Luxação de patela Deslocamento da patela ou rótula (joelho), que causa dor aos animais. Torção gástrica Como todas as raças de grande porte, o Terra Nova também está sujeito a esta condição clínica que se caracteriza pela torção do estômago, causando compressão da circulação na região abdominal. Pode levar à morte, se o cão não for operado o mais rápido possível. Entrópio e ectrópio O entrópio acontece quando as pálpebras e os cílios são enrolados para dentro, podendo levar à cegueira. Pode ser corrigido cirurgicamente, ainda quando filhote. Alguns exemplares são sensíveis a anestesias e de maneira geral não toleram muito bem o calor.

Atividades: O Terranova tem como principal característica apreciar atividades na água. Possui um grande poder físico.

Pelagem: A sua pelagem é dupla, densa, de textura grossa e oleosa, excelente para resistir às baixas temperaturas da água. A cor pode ser preta, cinza escura, marrom, bronze, chocolate ou branca com marcas pretas.

Apreensão de animais em circo de Brasília provoca tumulto

Correria, agressões e tumulto marcaram ontem a remoção de pouco mais de 20 animais, apreendidos no circo Le Cirque, montado a cerca de quatro quilômetros do Palácio do Planalto, para o Zoológico de Brasília, como parte da Operação Arca de Noé. Um laudo do Ibama determinou a interdição do circo por falta de segurança para o público e maus tratos aos animais, entre os quais duas girafas, cinco elefantes, chimpanzés, pôneis, um rinoceronte e um hipopótamo.

Tratadores e funcionários que haviam se acorrentado a veículos do circo (foto ao lado) tiveram as argolas arrebentadas e foram arrastados da frente dos carros. Artistas do circo, funcionários e até um adolescente de 13 anos que formavam uma barreira humana para resistir à operação também foram retirados à força. "É uma arbitrariedade", protestou o advogado Luiz Sabóia, que tentou em vão negociar uma trégua com os fiscais e policiais militares requisitados para dar suporte à operação.

Sabóia exibia uma liminar da Justiça de Brasília, concedida no dia 2 deste mês, que considerava as condições de alojamento dos animais satisfatórias e derrubava os efeitos da interdição anterior, emitida pelo Ibama no final de julho. Mas o órgão providenciou nova inspeção e emitiu novo laudo. Para o advogado, foi uma "maneira esperta" do órgão de descumprir a decisão judicial.

O circo instalou-se em Brasília em 24 de julho e foi imediatamente interditado pelo Ibama. No dia 2, a direção do circo obteve liminar da Justiça local, que considerou as condições de acomodação sem risco à integridade dos animais e à segurança pública. O Ibama então expediu novo laudo e deflagrou ontem a Operação Arca de Noé, em parceria com o órgão de Brasília, o Ibram.

Fonte: O Povo

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Teckel

Origem: Alemanha

Porte: P

Função: Qualificados para a caça de animais como doninhas, texugos, coelhos, ratos. Famosos como cão de companhia. Também um excelente cão de vigia.

Personalidade: Inteligente e cabeça sempre altiva. Muito brincalhão, excelente companheiro para crianças e brinca mesmo depois de velho. Sempre atento, ao menor sinal de aproximação de estranhos late bastante. Convive de forma tranqüila com outros animais e com outros cães mas não foge de uma briga caso seja provocado.

História: Sua história vem desde monumentos funerários do antigo Egito que não mostram cães muito diferentes do atual teckel alemão mas, isso náo é suficiente para considerar a raça de origem egípcia, por outro lado, no Perú e no México encontram-se estatuetas que representam cães muito parecidos com os Teckels egípcios. Pode-se supor, pois, que o dachshund tenha-se formado ou pelo menos se aperfeiçoado, na Alemanha em tempos muito remotos. por volta de de 1879 e no Brasil chegaram junto com os colonizadores europeus e eram chamados “paqueiros” por serem exímios caçadores de pacas e sua popularidade o transformou em astro de comerciais, estrelando a campanha dos amortecedores COFAP que este voltou ao ar este ano.

Saúde: O Dachshund enfrenta alguns problemas típicos de raças de cães baixos (como o Basset Hound), entre eles tendência à obesidade e problemas de coluna. A obesidade pode ser controlada fornecendo ao cão alimentos em quantidade adequada (procure um veterinário para definir esta medida) e fornecendo uma quantidade satisfatória de exercícios. Quanto aos problemas de coluna, que muitas vezes estão associados à obesidade, deve-se impedir que o Dachshund salte de lugares altos e/ou ande em pisos escorregadios. Entre os mais comuns estão: Luxação da patela (ruptura de 1 ou dos 2 ligamentos cruzados do joelho), por predisposição genética ou por trauma. Osteofitos ou bico de papagaio, causado pelo crescimento exagerado o osso nos espaços entre as vértebras. Hérnia de disco – causada pela compressão da medula da coluna pelo atrito constante entre as vértebras. Outro problema comum é a dermatite que pode ser evitada dando-se banhos somente quando for indispensável.

Atividades: Exercícios diários ajuda a evitar a obesidade comum a raça. São cães sempre ativos que aceitam qualquer tipo de atividade física.

Pelagem: Existem 3 tipos de pelagem em 3 tipos de tamanho: pelo curto, longo e duro, miniatura, anão e standard, quanto as cores também diferem devido à pelagem: pêlo curto: dourado, preto e também o arlequim pêlo longo: nas mesmas côres do pêlo curto pelo duro: todas as cores dos pêlos curto, marcas brancas no peito são admitidas.

Sussex Spaniel

Origem: Inglaterra

Porte: P

Função: Esse cão é utilizado na Inglaterra para recolher a caça. O Sussex é também ele um excelente cão de companhia.

Personalidade: Cão tranquilo quando está em repouso, mostra-se vivaz e ativo ao trabalho.

História: Originário da Inglaterra, precisamente do condado de Sussex, como o seu nome indica, até há pouco tempo estava difundido principalmente no sul daquele país. Dados relatam que essa raça existe nesse país desde meados do século XIX.

Saúde: É um cão resistente e não costuma apresentar problemas de saúde. Porém as doenças hereditárias mais comuns são: Catarata: é um problema comum em cães idosos e, normalmente, é genético. O cristalino torna-se opaco gradualmente, deixando o cão cego. Não existe cura. Atrofia progressiva da retina(PRA): é um problema genético. Como o nome diz, a retina (parte interna do olho) atrofia gradualmente, deixando o cão cego. Surdez: Não é freqüente mas pode acontecer. Alguns cães nascem com a audição reduzida ou completamente surdos. Em alguns países existe um teste para determinar qual o grau de surdez nos cães - BAER test. Displasia: embora mais comum em cães de grande porte, também pode aparecer nos Speniels. É uma ma formação óssea, afetando o encaixe do fêmur na bacia. Cães com displasia tem uma enorme dificuldade em se movimentar e andar, alem disso, é extremamente doloroso para o cão. A única forma de amenizar o problema é uma cirurgia. Como a displasia é genética, cães com esta doença devem ser afastados da reprodução.

Atividades: Não se adapta muito bem a ambientes pequenos, apesar de ser um cão pequeno. Precisa se exercitar.

Pelagem: O pelo do corpo é abundante, liso ou acenado ligeiramente, com nenhuma tendência ondular.

Staffordshire Bull Terrier

Origem: Grã Bretanha

Porte: M

Função: Apesar de que antigamente era um cão de combate, o Staffordshire Bulterrier se tornou um pet, bom companheiro e um grande cão de exposições.

Personalidade: Tem caráter muito corajoso, tenaz e inteligente, além de afetivo com seus amigos e em particular com crianças. Ele é estável e confiável, o que o torna um cão de múltiplas funções. É extremamente corajoso e obediente. Sua reputação com crianças é inigualável.

História: O Staffordshire teve sua origem séculos atrás quando o Mastife e o Bulldog ainda eram próximos. Os cães que eram utilizados em lutas com touros e ursos na era Elizabetana eram grandes (de 45 a 54 Kg) e mais tarde deram lugar aos menores e mais ágeis (no máximo 40 Kg). No começo do século XIX a briga de cães se popularizou e os cães mais rápidos e menores foram desenvolvidos. O Buldog (que era na época maior) foi cruzado com um terrier nativo, parecendo o atual Manchester Terrier. Desse cruzamento surgiu um produto entre 13,5 e 20,5 Kg que seria o Staffordshire Bulterrier.

Saúde: Esta raça pode sofrer de doenças como: Catarata, tumores e Displasia coxo-femural.

Atividades: O Staffordshire Bull Terrier possui uma tremenda força física e precisa ser muito bem exercitado, mas deve mantê-lo sempre amarrado quando estiver em áreas públicas.

Pelagem: Possui a pelagem simples, densa, curta, áspera e brilhante. Todas as cores, inclusive malhado ou tigrado, com ou sem branco são permitidas, exceto a preto e castanho ou fígado.